Aparelho simples permite checar e-mail em qualquer lugar
David Pogue, colunista do The New York Times, analisa o Peek Pocket Mail
Designer monta exposição somente com imagens de Barack Obama
Segundo Shepard Fairy, Obama é um "símbolo de idealismo". Reportagem da France Presse
iPhone começou a ser vendido no Brasil, nesta 6ª feira
Com mais de um ano de atraso em relação ao exterior, começa no Brasil a venda do telefone celular mais avançado do mundo
Escritor dá dicas de como lidar com o assédio moral
O jornalista Beto Ribeiro, autor do livro "Poder S.A.", conta histórias de abuso de poder em grandes corporações e tira dúvidas dos internautas
Pornografia "segura para o trabalho"
Na linguagem da Internet existe a sigla NSFW, que significa "Não É Seguro Para o Trabalho" em inglês. É a senha para indicar que aquele link que você está passando não vai pegar bem se for aberto do lado da chefia. Com isso em mente, uma marca de roupas criou esse vídeo de pornografia "Safe For Work", e o resultado é no mínimo hilário.
Trailer em inglês de Tropa de Elite
"Tropa de Elite", de José Padilha, é lançado nos EUA. Assista ao trailer em inglês com cena inédita. Saiba mais em: http://cinema.uol.com.br/ultnot/2008/09/22/ult4332u878.jhtm
Carro desgovernado atropela equipe da TV e PM em SP
Veículo bateu em alta velocidade em outros dois carros, na madrugada desta sexta-feira
MSN vs Google
Search Engine Rap Battle
FONTE: WWW.TVUOL.UOL.COM.BR
domingo, 28 de setembro de 2008
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
INFO
Brigada Pára-Quedista
Trailer do documentário "Brigada Pára-Quedista". Direção de Evaldo Mocarzel. © 2008 Casa Azul Produções Artísticas
Documentário conta a história do ícone cubano Bebo Valdés
O documentário "Old Man Bebo" mostra a paixão incondicional pela música, ligada de forma indissolúvel à vida do pianista cubano Bebo Valdés (1918), um dos ícones da época dourada da música cubana. A produção, dirigida pelo diretor espanhol Carlos Caracas, narra a vida desse genial músico de jazz que fundiu o gênero com ritmos afro-cubanos, mambo, bolero e, recentemente, o flamenco. O documentário foi premiado em maio, no Festival Tribeca, em Nova York, quando o seu diretor ganhou o prêmio de melhor documentarista jovem. Veja reportagem de EFE.
Mundo Livre S/A promove "Combat Samba" em turnê européia
A partir desta quarta-feira (17), o grupo pernambucano mundo livre S/A promove a coletânea "Combat Samba" em uma excursão pelo continente europeu. Veja reportagem com os veteranos do manguebeat, exibida no programa Metrópolis de terça-feira (16).
Veja trecho do documentário "Fabricando Tom Zé"
Nos aproximadamente 90 minutos do documentário "Fabricando Tom Zé", o eterno dissidente da MPB é esmiuçado nas mais diversas facetas de sua vida e obra. Veja trecho do DVD em que o cantor e compositor baiano relê "2001".
Integrantes do Racionais MC's fazem festa mensal em SP; veja
Integrantes do grupo Racionais MC's fazem uma festa mensal no bairro de Moema, na zona sul da capital paulista. É uma forma do rap ir além das fronteiras da periferia. Veja reportagem do programa Metrópolis exibido na quinta (11).
Entrevista com Fernando Meirelles
O diretor Fernando Meirelles fala em entrevista sobre a minissérie "Som e Fúria", que aborda o cotidiano de uma companhia de teatro que encena obras de Shakespeare. A produção está sendo feita de maneira independente, por meio da produtora de Meirelles, O2, para a Rede Globo.
Brothers
Veja teaser do novo programa de televisão de Supla e seu irmão, João Suplicy, na RedeTV!
Metrópolis - Produtora paulistana faz novelas para internet
Sem muito dinheiro, produtora paulistana faz novela para internet.
Trailer do documentário "Brigada Pára-Quedista". Direção de Evaldo Mocarzel. © 2008 Casa Azul Produções Artísticas
Documentário conta a história do ícone cubano Bebo Valdés
O documentário "Old Man Bebo" mostra a paixão incondicional pela música, ligada de forma indissolúvel à vida do pianista cubano Bebo Valdés (1918), um dos ícones da época dourada da música cubana. A produção, dirigida pelo diretor espanhol Carlos Caracas, narra a vida desse genial músico de jazz que fundiu o gênero com ritmos afro-cubanos, mambo, bolero e, recentemente, o flamenco. O documentário foi premiado em maio, no Festival Tribeca, em Nova York, quando o seu diretor ganhou o prêmio de melhor documentarista jovem. Veja reportagem de EFE.
Mundo Livre S/A promove "Combat Samba" em turnê européia
A partir desta quarta-feira (17), o grupo pernambucano mundo livre S/A promove a coletânea "Combat Samba" em uma excursão pelo continente europeu. Veja reportagem com os veteranos do manguebeat, exibida no programa Metrópolis de terça-feira (16).
Veja trecho do documentário "Fabricando Tom Zé"
Nos aproximadamente 90 minutos do documentário "Fabricando Tom Zé", o eterno dissidente da MPB é esmiuçado nas mais diversas facetas de sua vida e obra. Veja trecho do DVD em que o cantor e compositor baiano relê "2001".
Integrantes do Racionais MC's fazem festa mensal em SP; veja
Integrantes do grupo Racionais MC's fazem uma festa mensal no bairro de Moema, na zona sul da capital paulista. É uma forma do rap ir além das fronteiras da periferia. Veja reportagem do programa Metrópolis exibido na quinta (11).
Entrevista com Fernando Meirelles
O diretor Fernando Meirelles fala em entrevista sobre a minissérie "Som e Fúria", que aborda o cotidiano de uma companhia de teatro que encena obras de Shakespeare. A produção está sendo feita de maneira independente, por meio da produtora de Meirelles, O2, para a Rede Globo.
Brothers
Veja teaser do novo programa de televisão de Supla e seu irmão, João Suplicy, na RedeTV!
Metrópolis - Produtora paulistana faz novelas para internet
Sem muito dinheiro, produtora paulistana faz novela para internet.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
SOMOS A FAVOR DO ÓCIO CRIATIVO
O Ócio Criativo é título de um livro do sociólogo do trabalho italiano Domenico De Masi.
Neste texto o autor explora temas relativos ao que denominou Sociedade Pós-Industrial considerando, dentre outros, os seguintes aspectos do mundo atual:
Globalização Financeira utilizando as facilidades das telecomunicações modernas e criando desafios para a estabilidade sócio econômica das sociedades nas várias nações, sujeitas a fluxos volumosos e rápidos de capitais financeiros.
Desenvolvimento com baixa geração de emprego e renda, tratado em outro livro do autor Desenvolvimento sem trabalho, o que provoca desafios ao próprio Capitalismo por dificuldades de criação de demanda para o aumento do volume de produção de bens e serviços, sem uma correspondente distribuição de renda para criar os consumidores destes bens e serviços e sem o tratamento dos gargalos ecológicos que podem inviabilizar a própria existência da espécie humana.
Feminilização do mundo profissional gerando tensões nas relações entre os gêneros, educados para exercer determinados papéis que sofrem alterações mais rápidas do que as necessárias alterações de mentalidades para acomodar estas novas expectativas e frustrações de ambos os sexos.
Perda de utilidade das ideologias e crenças tradicionais como reguladoras das relações sociais, sem a substituição por novas construções mentais, emocionais e espirituais que apóiem as decisões e atos entre os indivíduos, que perdem referenciais tradicionais de comportamento e não encontram substitutos para estes referenciais não mais aplicáveis.
Dificuldades em integrar os sujeitos sociais emergentes nas relações estabelecidas entre os atores sociais tradicionais.
As mudanças acima geram uma profunda insatisfação, segundo o autor, derivada do modelo Ocidental muito focado na idolatria do trabalho, do mercado e da competitividade. Como alternativa propõe um modelo centrado em outras premissas, tais como:
Estruturação das atividades humanas em uma combinação equilibrada de trabalho, estudo e lazer.
Valorização e enriquecimento do tempo livre, decorrente de alta disponibilidade financeira para alguns e redução do tempo demandado de trabalho para muitos.
Aperfeiçoar o processo de produção e distribuição da riqueza decorrente dos grandes aumentos de produtividade derivados dos rápidos, e em aceleração, avanços do conhecimento e criatividade humana.
Distribuição consciente do tempo, do trabalho, da riqueza, do saber e do poder, minimizando as fontes de conflitos entre pessoas e grupos.
Valorização das necessidades reais das pessoas educando os indivíduos e as sociedades para a importância das necessidades básicas, tais como a introspecção, o convívio, a amizade, o amor e as atividades lúdicas. Com isto ficariam em segundo plano as necessidades criadas pela propaganda e pela busca de status.
[editar] Bibliografia
Masi, Domenico de - O Ócio Criativo - Rio de Janeiro - Sextante - 2000 - 328 páginas
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93cio_criativo
ENTREVISTA COM O ESCRITOR DOMENICO DE MASI
FONTE: WWW.YOUTUBE.COM
Neste texto o autor explora temas relativos ao que denominou Sociedade Pós-Industrial considerando, dentre outros, os seguintes aspectos do mundo atual:
Globalização Financeira utilizando as facilidades das telecomunicações modernas e criando desafios para a estabilidade sócio econômica das sociedades nas várias nações, sujeitas a fluxos volumosos e rápidos de capitais financeiros.
Desenvolvimento com baixa geração de emprego e renda, tratado em outro livro do autor Desenvolvimento sem trabalho, o que provoca desafios ao próprio Capitalismo por dificuldades de criação de demanda para o aumento do volume de produção de bens e serviços, sem uma correspondente distribuição de renda para criar os consumidores destes bens e serviços e sem o tratamento dos gargalos ecológicos que podem inviabilizar a própria existência da espécie humana.
Feminilização do mundo profissional gerando tensões nas relações entre os gêneros, educados para exercer determinados papéis que sofrem alterações mais rápidas do que as necessárias alterações de mentalidades para acomodar estas novas expectativas e frustrações de ambos os sexos.
Perda de utilidade das ideologias e crenças tradicionais como reguladoras das relações sociais, sem a substituição por novas construções mentais, emocionais e espirituais que apóiem as decisões e atos entre os indivíduos, que perdem referenciais tradicionais de comportamento e não encontram substitutos para estes referenciais não mais aplicáveis.
Dificuldades em integrar os sujeitos sociais emergentes nas relações estabelecidas entre os atores sociais tradicionais.
As mudanças acima geram uma profunda insatisfação, segundo o autor, derivada do modelo Ocidental muito focado na idolatria do trabalho, do mercado e da competitividade. Como alternativa propõe um modelo centrado em outras premissas, tais como:
Estruturação das atividades humanas em uma combinação equilibrada de trabalho, estudo e lazer.
Valorização e enriquecimento do tempo livre, decorrente de alta disponibilidade financeira para alguns e redução do tempo demandado de trabalho para muitos.
Aperfeiçoar o processo de produção e distribuição da riqueza decorrente dos grandes aumentos de produtividade derivados dos rápidos, e em aceleração, avanços do conhecimento e criatividade humana.
Distribuição consciente do tempo, do trabalho, da riqueza, do saber e do poder, minimizando as fontes de conflitos entre pessoas e grupos.
Valorização das necessidades reais das pessoas educando os indivíduos e as sociedades para a importância das necessidades básicas, tais como a introspecção, o convívio, a amizade, o amor e as atividades lúdicas. Com isto ficariam em segundo plano as necessidades criadas pela propaganda e pela busca de status.
[editar] Bibliografia
Masi, Domenico de - O Ócio Criativo - Rio de Janeiro - Sextante - 2000 - 328 páginas
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93cio_criativo
ENTREVISTA COM O ESCRITOR DOMENICO DE MASI
FONTE: WWW.YOUTUBE.COM
domingo, 21 de setembro de 2008
VIVA O POETA - SABOTAGE "IN MEMORIAN"
Mauro Mateus dos Santos, Sabotage, pai de 3 filhos nasceu na Zona Sul de São Paulo em 13/04/1973. Sabotage encontrou a saída no rap, depois de ter sido gerente de tráfico, Sabotage entrou na música pois este era seu verdadeiro talento.
Considerado uma lenda na Zona Sul Sabotage inspirou vários rappers como Rossi, Pavilhão 9, além de ter ensinando o titãs Paulo Miklos como ser um digno malandro no filme 'O invasor' de Beto Brent, com quem Sabotage escreveu até uma música.
Sabotage fez um disco solo, e participou de vários cds como de Rzo, Sp Funk e outros... Sabotage também participou de dois filmes o já citado 'O invasor' e o premiado 'Carandiru' além de ter recebido vários premios como Personalidade, Revelação e outros no Hutus, o grande festival de premiação de rap no Brasil. E morreu com 3 tiros pelas costas em 24/01/2003.
ENTREVISTA
UM BOM LUGAR
RESPEITO É PRA QUEM TEM
MUN-RA
HOMENAGEM
HOMENAGEM FEITA POR RZO E INSTITUTO
COM PAULO MIKLOS
ETERNO SABOTAGE
SHOWLIVRE 2003
TRIBUTO
CABEÇA DE NEGO
HOMENAGEM - POR SEPULTURA, MÓ-H, TIHUANA E HELIÃO
FONTE: WWW.YOUTUBE.COM
Considerado uma lenda na Zona Sul Sabotage inspirou vários rappers como Rossi, Pavilhão 9, além de ter ensinando o titãs Paulo Miklos como ser um digno malandro no filme 'O invasor' de Beto Brent, com quem Sabotage escreveu até uma música.
Sabotage fez um disco solo, e participou de vários cds como de Rzo, Sp Funk e outros... Sabotage também participou de dois filmes o já citado 'O invasor' e o premiado 'Carandiru' além de ter recebido vários premios como Personalidade, Revelação e outros no Hutus, o grande festival de premiação de rap no Brasil. E morreu com 3 tiros pelas costas em 24/01/2003.
ENTREVISTA
UM BOM LUGAR
RESPEITO É PRA QUEM TEM
MUN-RA
HOMENAGEM
HOMENAGEM FEITA POR RZO E INSTITUTO
COM PAULO MIKLOS
ETERNO SABOTAGE
SHOWLIVRE 2003
TRIBUTO
CABEÇA DE NEGO
HOMENAGEM - POR SEPULTURA, MÓ-H, TIHUANA E HELIÃO
FONTE: WWW.YOUTUBE.COM
sábado, 20 de setembro de 2008
MANO BROWN NO PROGRAMA RODA VIVA
SALVE SALVE!
SEGUE ENTREVISTA DO MANO BROWN PARA O PROGRAMA RODA VIVA DA TV CULTURA
FONTE: WWW.YOUTUBE.COM
SEGUE ENTREVISTA DO MANO BROWN PARA O PROGRAMA RODA VIVA DA TV CULTURA
FONTE: WWW.YOUTUBE.COM
54 diretores contam o que acontece por trás das câmeras
O filme "Cinematografia" revela os bastidores do cinema segundo a visão de 54 diretores. Veja a reportagem do Metrópolis.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Filme brasileiro "Última Parada 174" luta por vaga no Oscar
O drama é anunciado como o candidato nacional a uma vaga na categoria de melhor filme estrangeiro
TV / WebTV / TV 2.0
TV 2.0
Audiência de televisão está longe de ser superada pela Internet, diz consultor
16/09/2008, 18h09
Para acalmar os ânimos dos canais abertos e fechados de televisão preocupados com a perda de audiência para os vídeos online, Larry Gerbrandt, da Media Valuation Partners, mostrou durante o Congresso TV 2.0 números que revelam que a audiência está longe de ser completamente perdida para a Internet. A partir de uma conta realizada com números norte-americanos na Nielsen e da Comscore, Gerbrandt demonstrou que todo o tempo dos vídeos vistos na Internet em um dia é igual a 2,13 horas de prime time da televisão (em um canal). "São 11 bilhões de streamings de vídeo, com uma média de 2,8 minutos cada um. Isso resulta em uma média de 1,28 minutos de audiência diários. A audiência média para ABC, NBC, Fox, CBS no prime time é de dez milhões de espectadores cada", diz.
Os resultados da estratégia da NBC para as Olimpíadas desmistificaram um pouco essa preocupação. A rede disponibilizou parte do conteúdo na Internet. Segundo uma pesquisa da própria NBC, 50% dos espectadores online das Olimpíadas na NBC disseram que usaram a Internet para alcançar (catch up) os esportes que haviam perdido. Outros 40% queriam assistir novamente alguma coisa que tinham assistido primeiro na televisão. E apenas 2% usaram apenas a Internet como meio para acompanhar as Olimpíadas. No período, a média diária de espectadores no prime time foi de 27,5 milhões. Na Internet, foram cerca de 1,5 milhões de streamings diários. Da Redação - TELA VIVA News
TV 2.0
Americanos assistem cada vez mais a TV não-linear
16/09/2008, 18h20
O americano médio gasta 5h50 assistindo televisão fora da grade. Segundo uma pesquisa da Nielsen apresentada pelo consultor da Media Valuation Partners, Larry Gerbrandt, comparando maio de 2007 com o mesmo mês em 2008, houve um aumento de 56% no tempo gasto pelos americanos assistindo televisão através de DVRs, programação on demand e outros. Enquanto isso, no mesmo período, houve um crescimento de 9% do tempo gasto usando a Internet e 4% do tempo total de televisão em casa.
A partir deste fenômeno, Gerbrandt observa que quando as pessoas assistem aos programas gravados em seus DVRs, elas "pulam" os comerciais. Ele apresentou uma pesquisa da Solutions Research Group que aponta que, em novembro de 2007, 88% dos usuários de gravadores digitais não assistiam aos comerciais. Destes, 65% sempre pulam os comerciais e outros 23% o fazem freqüentemente. Em outubro de 2007, 81% dos usuários não assistiam os comerciais. "Isso significa que os comerciais de 30 segundos devem ser fundamentalmente repensados nesse mundo on-demand", disse. "Acredito que a solução seja integrar a mensagem dentro do próprio conteúdo. Funciona para a TV e mais ainda para a Internet". Da Redação - TELA VIVA News
TV 2.0
Vídeos já geram 30% da audiência do UOL, diz diretor do portal
16/09/2008, 19h18
"A banda larga é um limitador da Internet brasileira", afirmou Gil Torquato, diretor do UOL, no Congresso TV 2.0 nesta terça, 16. Segundo ele, o custo para o usuário final é exorbitante em relação a outros países. Torquato lembra que uma conexão de 128 kbps não deveria ser considerado banda larga. E mesmo com essa limitação de acesso, diz ele, 30% da audiência do portal é proveniente do acesso a conteúdos de vídeo. "As pessoas querem conteúdo em vídeo, mas querem um conteúdo 'rápido', não o mesmo da televisão", disse. Torquato lembrou que esta operação para a produção de conteúdos, sobretudo de vídeo, não é rentável por si só, mas depende de uma cadeia de produtos oferecidos pelo UOL, o que inclui a comercialização do acesso. Da mesma maneira, Marco Chiaretti, diretor de conteúdos digitais do Grupo Estado, lembra que as novas plataformas de desenvolvimentos de conteúdos que estão sendo fomentadas pelo grupo dependem, economicamente, dos produtos das mídias tradicionais. Da Redação - TELA VIVA News
TV na web
Grupos de mídia do meio impresso apostam em TV na web
16/09/2008, 18h23
Grupos tradicionais do meio impresso como o Estadão e o Meio & Mensagem estão apostando na produção de conteúdo audiovisual para web, como contaram Marco Chiaretti, editor-chefe de conteúdo digital do Estadão, e Marcelo de Sales Gomes, vice-presidente executivo do Grupo M&M, em debate sobre novas plataformas do Congresso TV 2.0, promovido pelas revistas TELETIME e TELA VIVA em São Paulo.
"É necessário o investimento porque se não o fizermos, o que será do nosso negócio a longo prazo?", questionou Gomes, revelando que o Grupo M&M está investido cerca de R$ 100 mil para a construção de um estúdio nas dependências de sua redação para abastecer, a partir de outubro, o portal do veículo com vídeos diários. "Por enquanto, faremos dois programetes 'M&M Entrevista', que irá ao ar às terças e quintas, e 'M&M Express', com notícias para os outros dias da semana", conta, dizendo que a equipe será a mesma do Meio & Mensagem on-line e impresso.
Transmídia
Segundo Chiaretti, do Estadão, uma das principais dificuldades de produzir conteúdo de TV na web é fazer a equipe trabalhar com conceitos de transmídia, contando boas histórias em vários suportes. "Quando eu tiver os 500 jornalistas do Estadão evangelizados para conciliar o trabalho de produção do jornal com a nova plataforma, conseguiremos produzir mais vídeos", diz ele, revelando que a produção semestral atualmente é de 3 mil arquivos de duração de 1 minuto a 1 minuto e meio.
Ele destacou que o trunfo da produção audiovisual do Grupo na web é proporcionar o que seria impossível em outras plataformas, como o projeto "Vereador Digital", em que a equipe produziu vídeos em que 900 candidatos a vereador tiveram três minutos para defender suas propostas. Mais de um milhão de usuários acessaram os vídeos. Da Redação - TELA VIVA News
TV 2.0
Vídeos online devem render US$ 2,75 bilhões em 2008
16/09/2008, 18h04
A grande aposta para a Internet são os vídeos online, que somaram 7,5 bilhões de streams até maio de 2008 (Fonte: Nielsen) e proporcionaram revenues globais (publicidade e acordos de licenciamento) em 2007 de US$ 1,65 bilhão, segundo dados da Bernstein Research. Os dados foram apresentados por Larry Gerbrandt, da Media Valuation Partners, durante palestra do Congresso TV 2.0, evento que acontece até a terça-feira, 17, em São Paulo, com promoção das revistas TELA VIVA e TELETIME.
A projeção é que este número continue crescendo e chegue a US$ 9,96 bilhões em 2012. Gerbrandt diz que, embora o mercado de vídeo online ainda seja pequeno em faturamento, deve ser o meio de crescimento mais rápido em 2009, com 45% de crescimento em relação a 2008 (projeção da Magana Global).
Conteúdos de TV são preferidos
Do montante atual (em 2008 a projeção é de US$ 2,75 bilhões), dois terços são provenientes de conteúdo de televisão. Essa preferência por conteúdo profissional produzido pelas redes pode ser notada quando se examina um gráfico de audiência da TV em relação à Internet, especialmente no horário nobre. "A TV tem uma vantagem significante sobre a Internet no horário nobre. Depois das oito da noite, as pessoas não querem mais interagir. Querem apenas sentar em frente à TV", disse Gerbrandt.
A supremacia da televisão também pode ser notada no share da audiência de vídeos, quando consideradas as diferentes mídias. De acordo com estimativas da Nielsen, 98,93% dos vídeos são vistos na televisão de casa, enquanto 1,03% são vídeos online e outros 0,04% são vídeos de dispositivos móveis.
"A TV tradicional vai perder participação na audiência com o tempo, mas o total do bolo de audiência vai crescer como resultado das plataformas emergentes", afirmou Gerbrandt.
O consultor aponta também que, em relação ao público que assiste a esses vídeos, a surpresa está no fato de que a principal audiência dos vídeos online são os adultos na faixa de 18 a 34 anos, enquanto os jovens de 12 a 17 estão mais interessados em vídeos em seus dispositivos móveis, "provavelmente impulsionados pelo iPhone", na opinião de Gerbrandt.
Entre o tipo de conteúdo mais assistido na Internet via streaming, uma pesquisa da Nielsen aponta para o conteúdo gerado pelo usuário, que representa 49% do bolo. Outros 9% são de televisão broadcast, 1% de conteúdo de cinema e 42% de outros (notícias, música, "como fazer" etc).
fonte: telaviva.com.br
Audiência de televisão está longe de ser superada pela Internet, diz consultor
16/09/2008, 18h09
Para acalmar os ânimos dos canais abertos e fechados de televisão preocupados com a perda de audiência para os vídeos online, Larry Gerbrandt, da Media Valuation Partners, mostrou durante o Congresso TV 2.0 números que revelam que a audiência está longe de ser completamente perdida para a Internet. A partir de uma conta realizada com números norte-americanos na Nielsen e da Comscore, Gerbrandt demonstrou que todo o tempo dos vídeos vistos na Internet em um dia é igual a 2,13 horas de prime time da televisão (em um canal). "São 11 bilhões de streamings de vídeo, com uma média de 2,8 minutos cada um. Isso resulta em uma média de 1,28 minutos de audiência diários. A audiência média para ABC, NBC, Fox, CBS no prime time é de dez milhões de espectadores cada", diz.
Os resultados da estratégia da NBC para as Olimpíadas desmistificaram um pouco essa preocupação. A rede disponibilizou parte do conteúdo na Internet. Segundo uma pesquisa da própria NBC, 50% dos espectadores online das Olimpíadas na NBC disseram que usaram a Internet para alcançar (catch up) os esportes que haviam perdido. Outros 40% queriam assistir novamente alguma coisa que tinham assistido primeiro na televisão. E apenas 2% usaram apenas a Internet como meio para acompanhar as Olimpíadas. No período, a média diária de espectadores no prime time foi de 27,5 milhões. Na Internet, foram cerca de 1,5 milhões de streamings diários. Da Redação - TELA VIVA News
TV 2.0
Americanos assistem cada vez mais a TV não-linear
16/09/2008, 18h20
O americano médio gasta 5h50 assistindo televisão fora da grade. Segundo uma pesquisa da Nielsen apresentada pelo consultor da Media Valuation Partners, Larry Gerbrandt, comparando maio de 2007 com o mesmo mês em 2008, houve um aumento de 56% no tempo gasto pelos americanos assistindo televisão através de DVRs, programação on demand e outros. Enquanto isso, no mesmo período, houve um crescimento de 9% do tempo gasto usando a Internet e 4% do tempo total de televisão em casa.
A partir deste fenômeno, Gerbrandt observa que quando as pessoas assistem aos programas gravados em seus DVRs, elas "pulam" os comerciais. Ele apresentou uma pesquisa da Solutions Research Group que aponta que, em novembro de 2007, 88% dos usuários de gravadores digitais não assistiam aos comerciais. Destes, 65% sempre pulam os comerciais e outros 23% o fazem freqüentemente. Em outubro de 2007, 81% dos usuários não assistiam os comerciais. "Isso significa que os comerciais de 30 segundos devem ser fundamentalmente repensados nesse mundo on-demand", disse. "Acredito que a solução seja integrar a mensagem dentro do próprio conteúdo. Funciona para a TV e mais ainda para a Internet". Da Redação - TELA VIVA News
TV 2.0
Vídeos já geram 30% da audiência do UOL, diz diretor do portal
16/09/2008, 19h18
"A banda larga é um limitador da Internet brasileira", afirmou Gil Torquato, diretor do UOL, no Congresso TV 2.0 nesta terça, 16. Segundo ele, o custo para o usuário final é exorbitante em relação a outros países. Torquato lembra que uma conexão de 128 kbps não deveria ser considerado banda larga. E mesmo com essa limitação de acesso, diz ele, 30% da audiência do portal é proveniente do acesso a conteúdos de vídeo. "As pessoas querem conteúdo em vídeo, mas querem um conteúdo 'rápido', não o mesmo da televisão", disse. Torquato lembrou que esta operação para a produção de conteúdos, sobretudo de vídeo, não é rentável por si só, mas depende de uma cadeia de produtos oferecidos pelo UOL, o que inclui a comercialização do acesso. Da mesma maneira, Marco Chiaretti, diretor de conteúdos digitais do Grupo Estado, lembra que as novas plataformas de desenvolvimentos de conteúdos que estão sendo fomentadas pelo grupo dependem, economicamente, dos produtos das mídias tradicionais. Da Redação - TELA VIVA News
TV na web
Grupos de mídia do meio impresso apostam em TV na web
16/09/2008, 18h23
Grupos tradicionais do meio impresso como o Estadão e o Meio & Mensagem estão apostando na produção de conteúdo audiovisual para web, como contaram Marco Chiaretti, editor-chefe de conteúdo digital do Estadão, e Marcelo de Sales Gomes, vice-presidente executivo do Grupo M&M, em debate sobre novas plataformas do Congresso TV 2.0, promovido pelas revistas TELETIME e TELA VIVA em São Paulo.
"É necessário o investimento porque se não o fizermos, o que será do nosso negócio a longo prazo?", questionou Gomes, revelando que o Grupo M&M está investido cerca de R$ 100 mil para a construção de um estúdio nas dependências de sua redação para abastecer, a partir de outubro, o portal do veículo com vídeos diários. "Por enquanto, faremos dois programetes 'M&M Entrevista', que irá ao ar às terças e quintas, e 'M&M Express', com notícias para os outros dias da semana", conta, dizendo que a equipe será a mesma do Meio & Mensagem on-line e impresso.
Transmídia
Segundo Chiaretti, do Estadão, uma das principais dificuldades de produzir conteúdo de TV na web é fazer a equipe trabalhar com conceitos de transmídia, contando boas histórias em vários suportes. "Quando eu tiver os 500 jornalistas do Estadão evangelizados para conciliar o trabalho de produção do jornal com a nova plataforma, conseguiremos produzir mais vídeos", diz ele, revelando que a produção semestral atualmente é de 3 mil arquivos de duração de 1 minuto a 1 minuto e meio.
Ele destacou que o trunfo da produção audiovisual do Grupo na web é proporcionar o que seria impossível em outras plataformas, como o projeto "Vereador Digital", em que a equipe produziu vídeos em que 900 candidatos a vereador tiveram três minutos para defender suas propostas. Mais de um milhão de usuários acessaram os vídeos. Da Redação - TELA VIVA News
TV 2.0
Vídeos online devem render US$ 2,75 bilhões em 2008
16/09/2008, 18h04
A grande aposta para a Internet são os vídeos online, que somaram 7,5 bilhões de streams até maio de 2008 (Fonte: Nielsen) e proporcionaram revenues globais (publicidade e acordos de licenciamento) em 2007 de US$ 1,65 bilhão, segundo dados da Bernstein Research. Os dados foram apresentados por Larry Gerbrandt, da Media Valuation Partners, durante palestra do Congresso TV 2.0, evento que acontece até a terça-feira, 17, em São Paulo, com promoção das revistas TELA VIVA e TELETIME.
A projeção é que este número continue crescendo e chegue a US$ 9,96 bilhões em 2012. Gerbrandt diz que, embora o mercado de vídeo online ainda seja pequeno em faturamento, deve ser o meio de crescimento mais rápido em 2009, com 45% de crescimento em relação a 2008 (projeção da Magana Global).
Conteúdos de TV são preferidos
Do montante atual (em 2008 a projeção é de US$ 2,75 bilhões), dois terços são provenientes de conteúdo de televisão. Essa preferência por conteúdo profissional produzido pelas redes pode ser notada quando se examina um gráfico de audiência da TV em relação à Internet, especialmente no horário nobre. "A TV tem uma vantagem significante sobre a Internet no horário nobre. Depois das oito da noite, as pessoas não querem mais interagir. Querem apenas sentar em frente à TV", disse Gerbrandt.
A supremacia da televisão também pode ser notada no share da audiência de vídeos, quando consideradas as diferentes mídias. De acordo com estimativas da Nielsen, 98,93% dos vídeos são vistos na televisão de casa, enquanto 1,03% são vídeos online e outros 0,04% são vídeos de dispositivos móveis.
"A TV tradicional vai perder participação na audiência com o tempo, mas o total do bolo de audiência vai crescer como resultado das plataformas emergentes", afirmou Gerbrandt.
O consultor aponta também que, em relação ao público que assiste a esses vídeos, a surpresa está no fato de que a principal audiência dos vídeos online são os adultos na faixa de 18 a 34 anos, enquanto os jovens de 12 a 17 estão mais interessados em vídeos em seus dispositivos móveis, "provavelmente impulsionados pelo iPhone", na opinião de Gerbrandt.
Entre o tipo de conteúdo mais assistido na Internet via streaming, uma pesquisa da Nielsen aponta para o conteúdo gerado pelo usuário, que representa 49% do bolo. Outros 9% são de televisão broadcast, 1% de conteúdo de cinema e 42% de outros (notícias, música, "como fazer" etc).
fonte: telaviva.com.br
domingo, 14 de setembro de 2008
Grafite ou Graffiti
Grafite ou Graffiti (do italiano graffiti, plural de graffito, "marca ou inscrição feita em um muro") é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano. Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade - normalmente em espaço público.
Por muito tempo visto como um assunto irrelevante, o grafite é hoje considerado, conforme o ponto de vista, como contravenção ou como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais - mais especificamente, da street art ou arte urbana - em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. A partir da revolução contracultural de maio de 1968, quando os muros de Paris foram suporte para inscrições de caráter poético-político, a prática do grafite generalizou-se pelo mundo, em diferentes contextos, diferentes tipos e estilos, que vão do simples rabisco ou de tags repetidas ad nauseam, como uma espécie de demarcação de território, até grandes murais executados em espaços especialmente designados para tal, ganhando status de verdadeiras obras de arte. Os grafites podem também estar associados a diferentes movimentos e tribos urbanas, como o hip-hop, e a variados graus de transgressão.
Costuma-se diferenciar o grafite, de elaboração mais complexa, da simples pichação, normalmente considerada como contravenção. No entanto, muitos grafiteiros respeitáveis, como Osgemeos, autores de importantes trabalhos em várias paredes do mundo - aí incluída a fachada da Tate Modern de Londres - admitem ter um passado de pichadores.
Dentre os grafiteiros, talvez o mais célebre seja Jean-Michel Basquiat, que, no final dos anos 1970, despertou a atenção da imprensa novaiorquina, sobretudo pelas mensagens poéticas que deixava nas paredes dos prédios abandonados de Manhattan.[1] Posteriormente Basquiat ganhou o rótulo de neo-expressionista e foi reconhecido como um dos mais significativos artistas do final do século XX.
Termos e gírias
Writer - Escritor de Graffiti.
Tag - Nome/Pseudónimo do artista.
Hall of Fame - Trabalho geralmente legal, mural mais trabalhado onde normalmente pinta mais do que um artista na mesma obra, explorando as técnicas mais evoluídas.
Bombing - Graffiti rápido, associado à ilegalidade, com letras mais simples e eficazes.
Throw-up - Estilo situado entre o "tag"/assinatura de rua e o bombing. Letras rápidas normalmente sem preenchimento de cor (apenas contorno).
Roof-top - Graffiti aplicado em telhados, outdoors ou outras superfícies elevadas. Um estilo associado ao risco e ao difícil acesso mas que é uma das vertentes mais respeitáveis entre os writers.
Wild Style - Estilo de letras quase ilegível. Um dos primeiros estilos a ser utilizado no surgimento do graffiti.
3D - Estilo tridimensional, baseado num trabalho de brilho / sombra das letras.
Bubble Style - Estilo de letras arredondadas, mais simples e "primárias", mas que é ainda hoje um dos estilos mais presentes no graffiti.
Characters - Retratos, caricaturas, bonecos pintados a graffiti.
Train - Denominação de um comboio pintado.
Whole Train - Carruagem ou carruagens inteiramente pintadas, de uma ponta à outra e de cima a baixo.
End to end - Carruagem ou comboio pintado de uma extremidade à outra, sem atingir a parte superior do mesmo (por ex. as janelas e parte superior do comboio não são pintadas).
Top to bottom" - Carruagem ou carruagens pintadas de cima a baixo, sem chegar no entanto às extremidades horizontais.
Backjump - Comboio pintado em circulação, enquanto está parado durante o percurso (numa estação por exemplo).
Cap - Cápsula aplicável ás latas para a pulverização do spray. Existem variados caps, que variam consoante a pressão, originando um traço mais suave ou mais grosso (ex: Skinny", "Fat", "NY Fat Cap", etc).
Crew - "Equipa", grupo de amigos que habitualmente pintam juntos e que representam todos o mesmo nome. É regra geral os writers assinarem o seu tag e respectiva crew (normalmente sigla com 3 ou 4 letras) em cada obra.
Cross - Pintar um graffiti por cima de um trabalho de um outro writer.
Fill-in - Preenchimento (simples ou elaborado) do interior das letras de um graffiti.
Highline - Contorno geral de toda o graffiti, posterior ao outline.
Outline - Contorno das letras cuja cor é aplicada igualmente ao volume das mesmas, dando uma noção de tridimensionalidade.
Degradé - Passagem de uma cor para a outra sem um corte directo. Por exemplo uma graduação de diferentes tons da mesma cor.
Kings - Writer que adquiriu respeito e admiração dentro da comunidade do graffiti. Um estatuto que todos procuram e que está inevitavelmente ligado à qualidade, postura e anos de experiência.
Toy - O oposto de King. Writer inexperiente, no começo ou que não consegue atingir um nível de qualidade e respeito dentro da comunidade.
Bite - Cópia, influência directa de um estilo de outro writer.
Spot - Denominação dada ao lugar onde é feito um graffiti.
Asdolfinho - Novo estilo de graffiti desenvolvido por americanos, no qual é visado a pintura animal.
Hollow - Graffiti ou Bomb que nao tem fill (preenchimento) algum e, geralmente, é ilegal
fonte: http://pt.wikipedia.org
sábado, 13 de setembro de 2008
APENAS COMUNICANDO
RECEBI POR E-MAIL E ESTOU APENAS REPASSANDO A INFORMAÇÃO PARA FRENTE
CABE A CADA UM A ESCOLHA A SER FEITA
Conselho dos Advogados - Lei Seca
Lembrando que o melhor é NÃO BEBER NUNCA.
Pronto. QUASE resolvido.
Mas também não coma bombons nem tenha diabetes, muito menos trabalhe em uma funilaria ou usina.
Sobre a nova lei de dirigir embriagado: 665 autuações, cada um com
multa de 1000 reais, mais de meio milhão de reais pro governo em
dez dias apenas.
Corre o risco de virar uma farra de multas igual foi com os radares eletrônicos.
Ainda mais porque cabe ao POLICIAL o diagnóstico de embriaguez (lembro que o único profissional autorizado a dar diagnóstico no Brasil é o médico).
Lembro que se comermos dois bombons de licor, o bafômetro pode acusar 0,2.
Fora as pessoas com diabetes descontrolado, pessoas que tenham
contato prolongado recente com éter (laboratórios, hospitais), dizem que até chocolate em excesso pode acusar o bafômetro.
Pode virar também uma forma cara de propina.
Pague mil ao guarda para não ser multado em mil, perder a carteira e ser preso.
Mas lei é lei, e tomara que esta pegue e nos comecemos a andar de táxi, e morram menos pessoas no futuro.
Agora se for pego lembre-se:
1)NUNCA FAÇA O BAFÔMETRO, MESMO QUE NÃO TENHA BEBIDO, POIS COMO JÁ DISSE ELE PODE DAR UM FALSO-POSITIVO.
2)Tente se livrar dos problemas no local conversando com o policial (sem propina é claro!).
3)SE NECESSÁRIO SEJA ENCAMINHADO AO IML PARA PERÍCIA (E ELES USAM ISSO COMO AMEAÇA, MAS É AÍ QUE VOCÊ GANHA).
No IML você será examinado por um médico.
4)NUNCA ADMITA QUE VOCÊ BEBEU,
NUNCA DEIXE SANGUE OU URINA PARA ANÁLISE
E FALE APENAS O ESTRITAMENTE NECESSÁRIO.
Pela lei brasileira você não precisa fornecer provas que te incriminem , e no Brasil dirigir é um direito e não uma concessão do estado como em outros países, onde você é sim obrigado a soprar o bafômetro e dar sangue e urina para análise.
O máximo que pode acontecer é você ser preso sob SUSPEITA de embriaguez.
Pague a fiança, e no dia seguinte dirija-se ao Detran e pegue de volta sua carteira de habilitação (ela é recolhida, só será apreendida se você for julgado culpado).
Logo em seguida entre com um processo contra o estado que te prendeu sem causa, já que nada foi provado e você foi apenas um suspeito.
Arranje um bom advogado e na lei só vale aquilo que está provado.
Ninguém é preso ou punido por suspeitas apenas, e a única prova incontestável de embriaguez é a dosagem de álcool no sangue ou urina, ou você assumir
que bebeu.
Pode parecer um manual de burlar a lei (e uma boa lei), mas sabendo do que nossos policiais mal-remunerados são capazes, do tanto que a imprensa adora ver classe-média na cadeia e da ganância de nossos governantes por dinheiro, precisamos estar preparados para escapar dos DIAGNÓSTICOS-POLICIAIS de ocasião.
Divulguem aos amigos.
CABE A CADA UM A ESCOLHA A SER FEITA
Conselho dos Advogados - Lei Seca
Lembrando que o melhor é NÃO BEBER NUNCA.
Pronto. QUASE resolvido.
Mas também não coma bombons nem tenha diabetes, muito menos trabalhe em uma funilaria ou usina.
Sobre a nova lei de dirigir embriagado: 665 autuações, cada um com
multa de 1000 reais, mais de meio milhão de reais pro governo em
dez dias apenas.
Corre o risco de virar uma farra de multas igual foi com os radares eletrônicos.
Ainda mais porque cabe ao POLICIAL o diagnóstico de embriaguez (lembro que o único profissional autorizado a dar diagnóstico no Brasil é o médico).
Lembro que se comermos dois bombons de licor, o bafômetro pode acusar 0,2.
Fora as pessoas com diabetes descontrolado, pessoas que tenham
contato prolongado recente com éter (laboratórios, hospitais), dizem que até chocolate em excesso pode acusar o bafômetro.
Pode virar também uma forma cara de propina.
Pague mil ao guarda para não ser multado em mil, perder a carteira e ser preso.
Mas lei é lei, e tomara que esta pegue e nos comecemos a andar de táxi, e morram menos pessoas no futuro.
Agora se for pego lembre-se:
1)NUNCA FAÇA O BAFÔMETRO, MESMO QUE NÃO TENHA BEBIDO, POIS COMO JÁ DISSE ELE PODE DAR UM FALSO-POSITIVO.
2)Tente se livrar dos problemas no local conversando com o policial (sem propina é claro!).
3)SE NECESSÁRIO SEJA ENCAMINHADO AO IML PARA PERÍCIA (E ELES USAM ISSO COMO AMEAÇA, MAS É AÍ QUE VOCÊ GANHA).
No IML você será examinado por um médico.
4)NUNCA ADMITA QUE VOCÊ BEBEU,
NUNCA DEIXE SANGUE OU URINA PARA ANÁLISE
E FALE APENAS O ESTRITAMENTE NECESSÁRIO.
Pela lei brasileira você não precisa fornecer provas que te incriminem , e no Brasil dirigir é um direito e não uma concessão do estado como em outros países, onde você é sim obrigado a soprar o bafômetro e dar sangue e urina para análise.
O máximo que pode acontecer é você ser preso sob SUSPEITA de embriaguez.
Pague a fiança, e no dia seguinte dirija-se ao Detran e pegue de volta sua carteira de habilitação (ela é recolhida, só será apreendida se você for julgado culpado).
Logo em seguida entre com um processo contra o estado que te prendeu sem causa, já que nada foi provado e você foi apenas um suspeito.
Arranje um bom advogado e na lei só vale aquilo que está provado.
Ninguém é preso ou punido por suspeitas apenas, e a única prova incontestável de embriaguez é a dosagem de álcool no sangue ou urina, ou você assumir
que bebeu.
Pode parecer um manual de burlar a lei (e uma boa lei), mas sabendo do que nossos policiais mal-remunerados são capazes, do tanto que a imprensa adora ver classe-média na cadeia e da ganância de nossos governantes por dinheiro, precisamos estar preparados para escapar dos DIAGNÓSTICOS-POLICIAIS de ocasião.
Divulguem aos amigos.
ALGUMAS INFORMAÇÕES INTERESSANTES
Rádios comunitárias
Senado rejeita projeto que permitia operação em rede na Amazônia
10/09/2008, 17h30
A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado Federal rejeitou nesta quarta-feira, 10, projeto de lei que permitiria a transmissão pelas rádios comunitárias de até 15% de sua programação em rede na região Amazônica. A proposta foi recusada por 11 votos a 1. Com isso, mantêm-se as regras vigentes, onde as rádios comunitárias podem operar apenas nas áreas definidas pela autorização.
O projeto era de autoria do senador Geovani Borges (PMDB/AP), que justificou a medida como forma de driblar as distâncias amazônicas, fazendo a informação chegar à regiões "menos favorecidas". "Consideramos que um sistema de radiodifusão comunitária tecnicamente adequado e socialmente justo deve levar em conta a realidade de cada comunidade", escreveu o senador em sua justificativa.
A proposta chegou a receber parecer favorável do relator, senador Expedito Júnior (PR/RO). Mas as posições contrárias prevaleceram, como a do senador Antonio Carlos Júnior (DEM/BA). Para o parlamentar, a proposta vai de encontro com a própria definição de "rádio comunitária", onde a idéia é que a transmissão sirva a áreas restritas. Da Redação - TELA VIVA News
Convergência
Publicidade na internet crescerá 19,5% ao ano até 2012; América Latina lidera
12/09/2008, 17h33
Os investimentos em publicidade na Internet devem crescer globalmente 19,5% ao ano entre 2008 e 2012, segundo a pesquisa Global Entertainment and Media Outlook, da PriceWaterhouseCoopers. Mas o crescimento na América Latina deve ser maior que o da média mundial: 26,2% anuais no período, passando de US$ 581 milhões para US$ 1,38 bilhão. A previsão da PWC é de que o investimento global em mídia on-line em 2012 seja de US$ 120,36 bilhões.
Grande parte destes investimentos se deverá ao aumento dos conteúdos de vídeo na web, explica Larry Gerbrandt, diretor da consultoria norte-americana Media Valuation Partners. Segundo ele, atualmente 75% dos internautas assistem vídeos on-line, um aumento de 36% em relação ao ano passado.
Seminário
Gerbrandt fará uma apresentação sobre o uso das novas plataformas de distribuição de vídeo como mídia durante o Congresso TV 2.0, promovido por TELA VIVA e TELETIME, que acontece na próxima semana, dias 16 e 17, em São Paulo.
Após a palestra, haverá um debate sobre as novas mídias com a participação de Gil Torquato, diretor do UOL, Marco Chiaretti, diretor de mídia digitais do grupo Estado, Luis Olivalves, diretor de novas mídias do grupo Band, e Marcelo de Sales Gomes, do grupo M&M.
Informações pelo site www.convergecom.com.br/eventos Da Redação - TELA VIVA News
Programação
HBO estréia série nacional e planeja novas produções
12/09/2008, 18h47
A HBO estréia no domingo, dia 21, às 22h, a série "Alice", produzida pela Gullane Filmes, com direção geral de Karim Aïnouz e Sérgio Machado, e bancada com recursos provenientes do artigo 39. Esta é a terceira série original da HBO produzida no país, mas a primeira que estréia com uma temporada completa de 13 episódios já filmados.
A trama é centrada na história de Alice, uma jovem de Palmas, Tocantins, que vai para São Paulo para o enterro de seu pai. Segundo Fabiano Gullane, foram utilizadas mais de cem locações diferentes.
Filmada em 16mm e finalizada em HD, a série contou com produção semelhante à de cinema, exceto pelo tempo gasto nas filmagens, de cerca de sete meses. "Não abrimos mão de fazer o acabamento das histórias e o visual como fazemos nos filmes", contou Sérgio Machado. "Alice" demorou cerca de dois anos para ficar pronta, entre a concepção da idéia e a finalização. Para os produtores, esse modelo de co-produção entre uma programadora e a produção independente é muito bem vindo. "Oxigena a produção audiovisual e a programação dos canais", disse Gullane.
Produção original
Além da estréia de "Alice", a área de produções originais da HBO trabalha em outros projetos locais. Segundo Luis Peraza, vice-presidente sênior de produções originais e aquisições da HBO Latin America, existem outros cinco projetos em desenvolvimento no Brasil, em diferentes cidades. "O nosso plano para o futuro é ter quatro séries originais por ano provenientes da América Latina", disse o executivo a este noticiário. Peraza disse também que a idéia, com o tempo, é que essas produções brasileiras deixem de usar somente recursos do artigo 39 e passem a utilizar outras formas de financiamento.
As outras séries produzidas no Brasil, "Mandrake", da Conspiração Filmes, e "Filhos do Carnaval", da O2, começaram as suas carreiras internacionais. A primeira já foi exibida no canal HBO Latino, nos Estados Unidos, e "Filhos" teve seu primeiro episódio exibido nesse mesmo canal na última quinta-feira, 12.
Neste momento, a HBO prepara sete novos episódios de "Filhos do Carnaval" para completar os 13 episódios da primeira temporada.
Daniele Frederico Daniele Frederico - TELA VIVA News
TV digital
Tecsys produzirá IRDs e set-tops com chip Intel
12/09/2008, 17h34
A Tecsys, fabricante nacional de equipamentos para televisão, firmou parceria com a Intel para o desenvolvimento de tecnologia em decodificadores de TV digital, tanto para o segmento profissional como para o mercado de consumo.
Para o mercado profissional, os primeiros produtos anunciados são os IRDs, para distribuição e contribuição de TV aberta e para headend de TV por assinatura.
Para o mercado doméstico, a empresa fabricará set-tops no padrão brasileiro de TV digital, oferecidos à indústria para licenciamento OEM. A Amplimatic, tradicional fabricante de antenas e receptores, será uma das primeiras empresas a oferecer o produto Intel/Tecsys. Os primeiros modelos chegarão às lojas em novembro, segundo a empresa, sendo um para recepção terrestre e outro para recepção satelital pelo sistema HDSat Brasil. Da Redação - TELA VIVA News
Fomento
Governo de São Paulo e TV Cultura lançam edital de telefilmes
11/09/2008, 15h12
A Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo lançou nesta quinta, 11, o projeto Telefilmes Cultura. O projeto é composto por dois editais. Um deles, realizado em conjunto com a Fundação Padre Anchieta, viabilizará a produção de telefilmes para a TV Cultura. Serão escolhidos quatro projetos, cujos direitos patrimoniais serão do produtor e a TV Cultura, conforme explicou André Sturm, coordenador da Unidade de Fomento e Difusão de Produção Cultural da Secretaria de Estado da Cultura. "Não se trata de um edital de diretor estreante. Queremos ter certeza que serão bons filmes. Na seleção, o currículo dos envolvidos serão avaliados, e faremos um acompanhamento de todas as fases de produção", disse a este noticiário. Sturm diz que a idéia é explorar o conteúdo em diferentes janelas e territórios. "A TV Cultura tem uma infra-estrutura de distribuição de venda de conteúdo", argumentou.
Os quatro telefilmes receberão R$ 600 mil da Secretaria de Cultura. Além disso, a TV Cultura também investirá sua infra-estrutura. Os escolhidos terão 12 diárias de estúdio, equipamentos de iluminação e câmeras Beta digital. Segundo Wagner La Bella, diretor de prestação de serviços da TV Cultura, a emissora cogitou usar as câmeras de cinema digital que tem em seu parque de equipamentos (duas Vipers), mas o uso dos equipamentos provavelmente elevaria consideravelmente os custos de finalização dos telefilmes.
O outro edital, este realizado apenas pela Secretaria de Cultura, é para criação e desenvolvimento de roteiro de telefilme, que premiará 10 argumentos.
Mais informações sobre os editais podem ser obtidas no site www.cultura.sp.gov.br
Alívio
Em seu discurso no lançamento dos editais, o presidente da Fundação Padre Anchieta, Paulo Markun, fez um desabafo. "Minha alegria é estar neste anúncio sem dever dinheiro para os cineastas, como estava a TV Cultura quando assumi", disse. Segundo ele, graças a esforços da Fundação, com a ajuda da Secretaria de Cultura, foi possível sanas as dívidas com produtores independentes que haviam assinado, na gestão anterior, contratos para produzir programas para a TV Cultura.
O secretário de Cultura do Estado de São Paulo, João Sayad, "provocou", o que, segundo ele, é o que faz melhor, os presentes, O secretário afirmou, em tom amistoso, que a Secretaria investiu em 2008 R$ 14 milhões no audiovisual, de um orçamento total de R$ 30 milhões. "Será que não foi demais", questionou. Fernando Lauterjung - TELA VIVA News
Animação
TV Cultura promete novidades ainda em 2008
11/09/2008, 15h22
As promessas da TV Cultura para o setor de animação começam a se concretizar. Pelo menos é o que diz o diretor de prestação de serviços da emissora, Wagner La Bella. Segundo ele "várias novidades serão anunciadas ainda este ano". Em primeiro, a produção de séries de animação, cujas negociações se alongam desde a gestão anterior do canal, começam a sair do papel. Segundo Waguinho, como é conhecido no meio, a TV Cultura já está fechada com as produtoras Mixer, TV Pingüim, Martinelli Films e Olho de Vidro. Além disso, vem negociando com a produtora 2D Lab. Com isso, serão produzidas cinco séries de animação.
Além desta, outras duas novidades devem ser anunciadas ainda em 2008: um edital de animação, e a criação de um Funcine dedicado à animação.
"Devemos começar a ver algumas animações nacionais novas em 2009", diz Waguinho. Fernando Lauterjung - TELA VIVA News
Política de comunicações
CBC apresenta manifesto na Comissão de Defesa do Consumidor
11/09/2008, 15h33
O Congresso Brasileiro de Cinema entregou à Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados nesta quinta, 11, um manifesto de apoio à presença da produção independente no PL 29. Após a transferência do PL para a comissão, os setores envolvidos precisam começar novamente o processo de convencimento. No manifesto o CBC, que representa mais de 50 associações de todos os elos da cadeia do audiovisual, alega-se que, do ponto de vista do produto televisivo, "tal presença promoverá o exercício da livre concorrência, determinando programas mais baratos e, portanto, servindo ao interesse do crescimento da própria TV por assinatura". Do fundamental ponto de vista ético e cultural, "garante ao brasileiro o espelho de que este necessita para que se reconheça, cultive-se e se afirme como membro respeitável da comunidade global".
A associação cita experiências estrangeiras, e diz que "o texto deste PL a que se chegou com o Relatório do Sr. Deputado J. Bittar prevê apenas minguadas 3 horas de exibição semanal de conteúdo nacional, com apenas 15 minutos diários de produção independente brasileira". Em relação à tentativa de alguns setores de tirar as cotas do PL, o CBC diz que "não se deve ao mérito, mas apenas à tentativa de manter os padrões atuais de apossamento do mercado".
Da Redação - TELA VIVA News
Agenda
Abertas inscrições para Seminário de Co-produção Internacional no Rio
11/09/2008, 16h34
Estão abertas as inscrições para o Seminário de Co-produção Internacional que acontecerá nos dias 26 e 27 de setembro de 2008, no Rio de Janeiro, durante o Festival do Rio. Interessados devem inscrever-se no site www.riomarket.com.br.
O objetivo do evento é avaliar casos de co-produção internacional em cinema e televisão para subsidiar a construção de novas ações públicas no setor. Serão discutidos oito casos de co-produções de cinema e TV: a minissérie televisiva "Equador" (Brasil e Portugal), ainda em andamento; o filme "Ensaio sobre a Cegueira" (Brasil, Canadá, Japão); "Cidade de Plástico" (Brasil e China); "Sólo Dios Sabe" (Brasil e México); "Estômago" (Brasil e Itália); "Diário de um Novo Mundo" (Brasil, Portugal, Argentina); "O Mistério do Poço Azul (Brasil e França) e a séria de animação "Meu Amigãozão" (Brasil e Canadá). Produtores brasileiros farão as apresentações com seus parceiros estrangeiros.
O seminário, uma realização da Secretaria do Audiovisual, Ancine e Ministério das Relações Exteriores (MRE) está inserido na programação do RioMarket, área de negócios do Festival do Rio. Confira a programação no site do Ministério da Cultura: www.cultura.gov.br . Da Redação - TELA VIVA News
Valor adicionado
Vivo promove festival de vídeo para mídias móveis
11/09/2008, 17h50
O festival Arte.Mov, criado pela Telemig Celular há dois anos, chega à sua terceira edição agora com apoio da Vivo, a nova controladora da operadora mineira. O evento promove a produção audiovisual para mídias móveis, como celulares e palmtops. As inscrições para a mostra competitiva estão abertas até o dia 4 de outubro e podem ser feitas através do site www.artemov.net. Podem ser inscritas obras audiovisuais brasileiras, com duração de 20 segundos a três minutos, que tenham sido produzidas entre janeiro de 2007 e setembro de 2008. Os prêmios variam de R$ 1 mil (prêmio do júri popular) a R$ 10 mil (prêmio para o primeiro lugar). A cerimônia de premiação acontecerá no dia 25 de novembro, em Belo Horizonte.
Uma das novidades dessa terceira edição do Arte.Mov é a criação de um prêmio especial para "mídias locativas". A idéia é dar um incentivo financeiro para roteiros inéditos de obras audiovisuais que explorem espaços públicos. Os trabalhos selecionados receberão prêmios de até R$ 13 mil para a realização do projeto. Para este prêmio específico as inscrições se encerram na próxima sexta-feira, 12.
Este ano o Arte.Mov terá também eventos em outras capitais antecedendo a cerimônia de premiação. Serão debates, palestras, mostras e oficinas, todas realizadas ainda em setembro nas seguintes cidades e datas: Brasília (19 e 20 de setembro); Porto Alegre (20 e 21 de setembro); Recife (24 e 25 de setembro); Rio de Janeiro (26 e 27 de setembro); e Manaus (29 e 30 de setembro). Da Redação - TELA VIVA News
fonte: www.telaviva.com.br
Senado rejeita projeto que permitia operação em rede na Amazônia
10/09/2008, 17h30
A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado Federal rejeitou nesta quarta-feira, 10, projeto de lei que permitiria a transmissão pelas rádios comunitárias de até 15% de sua programação em rede na região Amazônica. A proposta foi recusada por 11 votos a 1. Com isso, mantêm-se as regras vigentes, onde as rádios comunitárias podem operar apenas nas áreas definidas pela autorização.
O projeto era de autoria do senador Geovani Borges (PMDB/AP), que justificou a medida como forma de driblar as distâncias amazônicas, fazendo a informação chegar à regiões "menos favorecidas". "Consideramos que um sistema de radiodifusão comunitária tecnicamente adequado e socialmente justo deve levar em conta a realidade de cada comunidade", escreveu o senador em sua justificativa.
A proposta chegou a receber parecer favorável do relator, senador Expedito Júnior (PR/RO). Mas as posições contrárias prevaleceram, como a do senador Antonio Carlos Júnior (DEM/BA). Para o parlamentar, a proposta vai de encontro com a própria definição de "rádio comunitária", onde a idéia é que a transmissão sirva a áreas restritas. Da Redação - TELA VIVA News
Convergência
Publicidade na internet crescerá 19,5% ao ano até 2012; América Latina lidera
12/09/2008, 17h33
Os investimentos em publicidade na Internet devem crescer globalmente 19,5% ao ano entre 2008 e 2012, segundo a pesquisa Global Entertainment and Media Outlook, da PriceWaterhouseCoopers. Mas o crescimento na América Latina deve ser maior que o da média mundial: 26,2% anuais no período, passando de US$ 581 milhões para US$ 1,38 bilhão. A previsão da PWC é de que o investimento global em mídia on-line em 2012 seja de US$ 120,36 bilhões.
Grande parte destes investimentos se deverá ao aumento dos conteúdos de vídeo na web, explica Larry Gerbrandt, diretor da consultoria norte-americana Media Valuation Partners. Segundo ele, atualmente 75% dos internautas assistem vídeos on-line, um aumento de 36% em relação ao ano passado.
Seminário
Gerbrandt fará uma apresentação sobre o uso das novas plataformas de distribuição de vídeo como mídia durante o Congresso TV 2.0, promovido por TELA VIVA e TELETIME, que acontece na próxima semana, dias 16 e 17, em São Paulo.
Após a palestra, haverá um debate sobre as novas mídias com a participação de Gil Torquato, diretor do UOL, Marco Chiaretti, diretor de mídia digitais do grupo Estado, Luis Olivalves, diretor de novas mídias do grupo Band, e Marcelo de Sales Gomes, do grupo M&M.
Informações pelo site www.convergecom.com.br/eventos Da Redação - TELA VIVA News
Programação
HBO estréia série nacional e planeja novas produções
12/09/2008, 18h47
A HBO estréia no domingo, dia 21, às 22h, a série "Alice", produzida pela Gullane Filmes, com direção geral de Karim Aïnouz e Sérgio Machado, e bancada com recursos provenientes do artigo 39. Esta é a terceira série original da HBO produzida no país, mas a primeira que estréia com uma temporada completa de 13 episódios já filmados.
A trama é centrada na história de Alice, uma jovem de Palmas, Tocantins, que vai para São Paulo para o enterro de seu pai. Segundo Fabiano Gullane, foram utilizadas mais de cem locações diferentes.
Filmada em 16mm e finalizada em HD, a série contou com produção semelhante à de cinema, exceto pelo tempo gasto nas filmagens, de cerca de sete meses. "Não abrimos mão de fazer o acabamento das histórias e o visual como fazemos nos filmes", contou Sérgio Machado. "Alice" demorou cerca de dois anos para ficar pronta, entre a concepção da idéia e a finalização. Para os produtores, esse modelo de co-produção entre uma programadora e a produção independente é muito bem vindo. "Oxigena a produção audiovisual e a programação dos canais", disse Gullane.
Produção original
Além da estréia de "Alice", a área de produções originais da HBO trabalha em outros projetos locais. Segundo Luis Peraza, vice-presidente sênior de produções originais e aquisições da HBO Latin America, existem outros cinco projetos em desenvolvimento no Brasil, em diferentes cidades. "O nosso plano para o futuro é ter quatro séries originais por ano provenientes da América Latina", disse o executivo a este noticiário. Peraza disse também que a idéia, com o tempo, é que essas produções brasileiras deixem de usar somente recursos do artigo 39 e passem a utilizar outras formas de financiamento.
As outras séries produzidas no Brasil, "Mandrake", da Conspiração Filmes, e "Filhos do Carnaval", da O2, começaram as suas carreiras internacionais. A primeira já foi exibida no canal HBO Latino, nos Estados Unidos, e "Filhos" teve seu primeiro episódio exibido nesse mesmo canal na última quinta-feira, 12.
Neste momento, a HBO prepara sete novos episódios de "Filhos do Carnaval" para completar os 13 episódios da primeira temporada.
Daniele Frederico Daniele Frederico - TELA VIVA News
TV digital
Tecsys produzirá IRDs e set-tops com chip Intel
12/09/2008, 17h34
A Tecsys, fabricante nacional de equipamentos para televisão, firmou parceria com a Intel para o desenvolvimento de tecnologia em decodificadores de TV digital, tanto para o segmento profissional como para o mercado de consumo.
Para o mercado profissional, os primeiros produtos anunciados são os IRDs, para distribuição e contribuição de TV aberta e para headend de TV por assinatura.
Para o mercado doméstico, a empresa fabricará set-tops no padrão brasileiro de TV digital, oferecidos à indústria para licenciamento OEM. A Amplimatic, tradicional fabricante de antenas e receptores, será uma das primeiras empresas a oferecer o produto Intel/Tecsys. Os primeiros modelos chegarão às lojas em novembro, segundo a empresa, sendo um para recepção terrestre e outro para recepção satelital pelo sistema HDSat Brasil. Da Redação - TELA VIVA News
Fomento
Governo de São Paulo e TV Cultura lançam edital de telefilmes
11/09/2008, 15h12
A Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo lançou nesta quinta, 11, o projeto Telefilmes Cultura. O projeto é composto por dois editais. Um deles, realizado em conjunto com a Fundação Padre Anchieta, viabilizará a produção de telefilmes para a TV Cultura. Serão escolhidos quatro projetos, cujos direitos patrimoniais serão do produtor e a TV Cultura, conforme explicou André Sturm, coordenador da Unidade de Fomento e Difusão de Produção Cultural da Secretaria de Estado da Cultura. "Não se trata de um edital de diretor estreante. Queremos ter certeza que serão bons filmes. Na seleção, o currículo dos envolvidos serão avaliados, e faremos um acompanhamento de todas as fases de produção", disse a este noticiário. Sturm diz que a idéia é explorar o conteúdo em diferentes janelas e territórios. "A TV Cultura tem uma infra-estrutura de distribuição de venda de conteúdo", argumentou.
Os quatro telefilmes receberão R$ 600 mil da Secretaria de Cultura. Além disso, a TV Cultura também investirá sua infra-estrutura. Os escolhidos terão 12 diárias de estúdio, equipamentos de iluminação e câmeras Beta digital. Segundo Wagner La Bella, diretor de prestação de serviços da TV Cultura, a emissora cogitou usar as câmeras de cinema digital que tem em seu parque de equipamentos (duas Vipers), mas o uso dos equipamentos provavelmente elevaria consideravelmente os custos de finalização dos telefilmes.
O outro edital, este realizado apenas pela Secretaria de Cultura, é para criação e desenvolvimento de roteiro de telefilme, que premiará 10 argumentos.
Mais informações sobre os editais podem ser obtidas no site www.cultura.sp.gov.br
Alívio
Em seu discurso no lançamento dos editais, o presidente da Fundação Padre Anchieta, Paulo Markun, fez um desabafo. "Minha alegria é estar neste anúncio sem dever dinheiro para os cineastas, como estava a TV Cultura quando assumi", disse. Segundo ele, graças a esforços da Fundação, com a ajuda da Secretaria de Cultura, foi possível sanas as dívidas com produtores independentes que haviam assinado, na gestão anterior, contratos para produzir programas para a TV Cultura.
O secretário de Cultura do Estado de São Paulo, João Sayad, "provocou", o que, segundo ele, é o que faz melhor, os presentes, O secretário afirmou, em tom amistoso, que a Secretaria investiu em 2008 R$ 14 milhões no audiovisual, de um orçamento total de R$ 30 milhões. "Será que não foi demais", questionou. Fernando Lauterjung - TELA VIVA News
Animação
TV Cultura promete novidades ainda em 2008
11/09/2008, 15h22
As promessas da TV Cultura para o setor de animação começam a se concretizar. Pelo menos é o que diz o diretor de prestação de serviços da emissora, Wagner La Bella. Segundo ele "várias novidades serão anunciadas ainda este ano". Em primeiro, a produção de séries de animação, cujas negociações se alongam desde a gestão anterior do canal, começam a sair do papel. Segundo Waguinho, como é conhecido no meio, a TV Cultura já está fechada com as produtoras Mixer, TV Pingüim, Martinelli Films e Olho de Vidro. Além disso, vem negociando com a produtora 2D Lab. Com isso, serão produzidas cinco séries de animação.
Além desta, outras duas novidades devem ser anunciadas ainda em 2008: um edital de animação, e a criação de um Funcine dedicado à animação.
"Devemos começar a ver algumas animações nacionais novas em 2009", diz Waguinho. Fernando Lauterjung - TELA VIVA News
Política de comunicações
CBC apresenta manifesto na Comissão de Defesa do Consumidor
11/09/2008, 15h33
O Congresso Brasileiro de Cinema entregou à Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados nesta quinta, 11, um manifesto de apoio à presença da produção independente no PL 29. Após a transferência do PL para a comissão, os setores envolvidos precisam começar novamente o processo de convencimento. No manifesto o CBC, que representa mais de 50 associações de todos os elos da cadeia do audiovisual, alega-se que, do ponto de vista do produto televisivo, "tal presença promoverá o exercício da livre concorrência, determinando programas mais baratos e, portanto, servindo ao interesse do crescimento da própria TV por assinatura". Do fundamental ponto de vista ético e cultural, "garante ao brasileiro o espelho de que este necessita para que se reconheça, cultive-se e se afirme como membro respeitável da comunidade global".
A associação cita experiências estrangeiras, e diz que "o texto deste PL a que se chegou com o Relatório do Sr. Deputado J. Bittar prevê apenas minguadas 3 horas de exibição semanal de conteúdo nacional, com apenas 15 minutos diários de produção independente brasileira". Em relação à tentativa de alguns setores de tirar as cotas do PL, o CBC diz que "não se deve ao mérito, mas apenas à tentativa de manter os padrões atuais de apossamento do mercado".
Da Redação - TELA VIVA News
Agenda
Abertas inscrições para Seminário de Co-produção Internacional no Rio
11/09/2008, 16h34
Estão abertas as inscrições para o Seminário de Co-produção Internacional que acontecerá nos dias 26 e 27 de setembro de 2008, no Rio de Janeiro, durante o Festival do Rio. Interessados devem inscrever-se no site www.riomarket.com.br.
O objetivo do evento é avaliar casos de co-produção internacional em cinema e televisão para subsidiar a construção de novas ações públicas no setor. Serão discutidos oito casos de co-produções de cinema e TV: a minissérie televisiva "Equador" (Brasil e Portugal), ainda em andamento; o filme "Ensaio sobre a Cegueira" (Brasil, Canadá, Japão); "Cidade de Plástico" (Brasil e China); "Sólo Dios Sabe" (Brasil e México); "Estômago" (Brasil e Itália); "Diário de um Novo Mundo" (Brasil, Portugal, Argentina); "O Mistério do Poço Azul (Brasil e França) e a séria de animação "Meu Amigãozão" (Brasil e Canadá). Produtores brasileiros farão as apresentações com seus parceiros estrangeiros.
O seminário, uma realização da Secretaria do Audiovisual, Ancine e Ministério das Relações Exteriores (MRE) está inserido na programação do RioMarket, área de negócios do Festival do Rio. Confira a programação no site do Ministério da Cultura: www.cultura.gov.br . Da Redação - TELA VIVA News
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Vivo promove festival de vídeo para mídias móveis
11/09/2008, 17h50
O festival Arte.Mov, criado pela Telemig Celular há dois anos, chega à sua terceira edição agora com apoio da Vivo, a nova controladora da operadora mineira. O evento promove a produção audiovisual para mídias móveis, como celulares e palmtops. As inscrições para a mostra competitiva estão abertas até o dia 4 de outubro e podem ser feitas através do site www.artemov.net. Podem ser inscritas obras audiovisuais brasileiras, com duração de 20 segundos a três minutos, que tenham sido produzidas entre janeiro de 2007 e setembro de 2008. Os prêmios variam de R$ 1 mil (prêmio do júri popular) a R$ 10 mil (prêmio para o primeiro lugar). A cerimônia de premiação acontecerá no dia 25 de novembro, em Belo Horizonte.
Uma das novidades dessa terceira edição do Arte.Mov é a criação de um prêmio especial para "mídias locativas". A idéia é dar um incentivo financeiro para roteiros inéditos de obras audiovisuais que explorem espaços públicos. Os trabalhos selecionados receberão prêmios de até R$ 13 mil para a realização do projeto. Para este prêmio específico as inscrições se encerram na próxima sexta-feira, 12.
Este ano o Arte.Mov terá também eventos em outras capitais antecedendo a cerimônia de premiação. Serão debates, palestras, mostras e oficinas, todas realizadas ainda em setembro nas seguintes cidades e datas: Brasília (19 e 20 de setembro); Porto Alegre (20 e 21 de setembro); Recife (24 e 25 de setembro); Rio de Janeiro (26 e 27 de setembro); e Manaus (29 e 30 de setembro). Da Redação - TELA VIVA News
fonte: www.telaviva.com.br
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
"Che - O Argentino"
O novo projeto de Steven Soderbergh (”Traffic“), CHE, enfrentou alguns problemas. Mesmo com os comentários de que a atuação de Benicio Del Toro (”Coisas Que Perdemos Pelo Caminho“) valeria uma indicação e possível vitória do ator no Oscar pela sua interpretação de Ernesto “Che” Guevara, o filme demorou para conseguir distribuição no mercado americano. Até que a Focus Features comprou os direitos e decidiu distribuir a jornada do argentino.
Sobre o orçamento dilatado do projeto, com os dois filmes que o compõem tendo custado, ao todo, US$ 65 milhões, nenhuma distribuidora queria pegar o projeto. Vários fatores explicavam tal relutância. Além de se tratar, basicamente, de um único filme de quatro horas de duração e quase totalmente falado em espanhol, a controversa figura de Che Guevara assusta boa parte das companhias. Por isso decidiram dividir em 2 partes, sendo a primeira o “The Argentine“. O lançamento está previsto para o fim do ano.
“Che” é uma ambiciosa obra que cobrirá os períodos mais turbulentos da vida do revolucionário. THE ARGENTINE retratará o período em que Cuba sofreu a tomada de poder feita por Guevara ao lado de Fidel Castro (Demián Bichir, de “Sem Notícias de Deus“). Já GUERRILHA mostrará os feitos e ideais do socialista entre os anos de 1964 e 1967.
O elenco da produção conta ainda com Franka Potente (”A Identidade Bourne“), Santiago Cabrera (da série de TV “Heroes“) e Rodrigo Santoro (”Cinturão Vermelho“).
fonte: http://www.cinemacomrapadura.com.br/blog/2008/08/26/che-guevara-o-argentino/
Assista a trecho de "Che - O Argentino"
Ernesto "Che" Guevara ressuscita na pele do ator porto-riquenho Benicio del Toro, no filme "Che - O Argentino" do diretor Steven Soderbergh. O filme, que também conta com a participação de Rodrigo Santoro interpretando Raul Castro, vai ser dividido em duas partes, já que tem mais de quatro horas de duração. A primeira parte do longa vai ter lançamento comercial mundial na Espanha, em setembro. A segunda, "Che - A Guerrilha", ainda não tem data definida. No Brasil, a primeira parte do filme não tem data certa para estrear, mas, segundo a distribuidora Europa Filmes, deve ser nos primeiros meses de 2009. Efe
Santoro fala da interpretação de Raul Castro em "Che"
Para Rodrigo Santoro, foi uma experiência inesquecível interpretar Raul Castro, irmão de Fidel, nos filmes "Che - O Argentino" e "Che - A Guerrilha". "Foi uma honra fazer esse filme e interpretar um personagem dessa importância", disse Santoro durante uma entrevista à Agência EFE. O ator passou dois meses em Cuba, fazendo pesquisas sobre a vida do atual presidente cubano. "Durante esse tempo conheci Cuba de uma forma especial", declarou Santoro. A primeira parte do longa tem lançamento comercial mundial na Espanha, em setembro, mas a segunda, ainda não tem data definida. No Brasil, a primeira parte não tem data certa para estrear, mas, de acordo com a distribuidora Europa Filmes, deve ser nos primeiros meses de 2009.
Benicio del Toro fala sobre sua interpretação de Che Guevara
Ernesto "Che" Guevara ressuscita na pele do ator porto-riquenho Benicio del Toro, no filme "Che - O Argentino" do diretor Steven Soderbergh. O filme, que também conta com a participação de Rodrigo Santoro interpretando Raul Castro, vai ser dividido em duas partes, já que tem mais de quatro horas de duração. A primeira parte do longa vai ter lançamento comercial mundial na Espanha, em setembro. A segunda, "Che - A Guerrilha", ainda não tem data definida. No Brasil, a primeira parte do filme não tem data certa para estrear, mas, segundo a distribuidora Europa Filmes, deve ser nos primeiros meses de 2009. Em uma entrevista à Agência Efe, o ator porto-riquenho contou que interpretar o "Che" foi interessante, difícil e também educativo. Benicio ganhou a Palma de Ouro de melhor ator, pelo seu papel em "Che", na 61ª edição do Festival de Cannes. Efe
Fonte: http://cinema.uol.com.br/videos/
domingo, 7 de setembro de 2008
FREESTYLE: UM ESTILO DE VIDA
FREESTYLE: UM ESTILO DE VIDA é um vídeo-documentário de aprox 45 minutos, que busca desvendar a arte da rima de improviso no universo da cultura hip-hop. Como seus artistas (dj’s e mc’s) vivem, suas angústias, seu relacionamento com a musica rap e como almejam uma melhoria de vida. Dentro do rap existe o que se chama Freestyle – trata-se de uma rima feita no improviso (algo como o repente), existem disputas para descobrir quem é o melhor rimador de improviso, essas disputas são conhecidas como batalhas de Freestyle. E, é exatamente este o tema principal do documentário. Essas batalhas, seus organizadores e os rimadores são o “fio condutor” deste projeto que com a contribuição destes jovens buscará mostrar à sociedade que a juventude do país esta se envolvendo culturalmente e deixando de lado coisas negativas. Através de depoimentos e imagens das ‘batalhas’ o vídeo irá desvendando este universo tão rico e tão encoberto pelo preconceito. Com uma câmera envolvente busca-se mostrar o amor que estes jovens, participes do movimento, têm pela musica e pela cultura e o quão positivo é esta aproximação. Este trabalho começou quando o projeto foi selecionado pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo através do edital PAC Hip-Hop, dando uma maior visibilidade ao projeto e, também uma credibilidade impar – como um projeto sério e interessante à sociedade.
http://www.myspace.com/umestilodevida
DOMINGO INFORMATIVO
Telefonia: 2.977 pedidos de troca de operadora em 3 dias
Em três dias de vigência das novas regras de telefonia, mais de 2 mil e 900 usuários pediram a troca de operadora, sem mudança no número
RJ: Polícia ganha novo blindado para combater o crime
O novo carro blindado resiste a tiros capazes de derrubar helicópteros
Angola se prepara para as primeiras eleições em 16 anos
País deve realizar eleições parlamentares; corrupção é o alvo dos opositores do MPLA, partido do governo. Reportagem da agência France Presse
Haitianos sofrem com a fome depois da passagem de 'Hanna'
Milhares de haitianos sofreram com a fome e o desespero hoje quando a tempestade tropical "Hanna" passou por seus povoados isolados. Em Gonaives, onde foi declarado estado de emergência, falta comida, não há gás de cozinha e a pouca gasolina que resta é vendida em galões nas ruas a um preço muito elevado, porque os sete postos da cidade sofreram danos por causa de "Hanna". Também não há energia elétrica, por isso várias emissoras tiveram hoje que suspender suas respectivas programações. Vídeo: EFE
Enfraquecida, Al Qaeda recruta mulheres-bomba no Iraque
Raniya Ibrahim chegou a amarrar 20 kg de explosivos em seu corpo, mas não os detonou. Reportagem da agência France Presse
Fonte: http://tvuol.uol.com.br/
Em três dias de vigência das novas regras de telefonia, mais de 2 mil e 900 usuários pediram a troca de operadora, sem mudança no número
RJ: Polícia ganha novo blindado para combater o crime
O novo carro blindado resiste a tiros capazes de derrubar helicópteros
Angola se prepara para as primeiras eleições em 16 anos
País deve realizar eleições parlamentares; corrupção é o alvo dos opositores do MPLA, partido do governo. Reportagem da agência France Presse
Haitianos sofrem com a fome depois da passagem de 'Hanna'
Milhares de haitianos sofreram com a fome e o desespero hoje quando a tempestade tropical "Hanna" passou por seus povoados isolados. Em Gonaives, onde foi declarado estado de emergência, falta comida, não há gás de cozinha e a pouca gasolina que resta é vendida em galões nas ruas a um preço muito elevado, porque os sete postos da cidade sofreram danos por causa de "Hanna". Também não há energia elétrica, por isso várias emissoras tiveram hoje que suspender suas respectivas programações. Vídeo: EFE
Enfraquecida, Al Qaeda recruta mulheres-bomba no Iraque
Raniya Ibrahim chegou a amarrar 20 kg de explosivos em seu corpo, mas não os detonou. Reportagem da agência France Presse
Fonte: http://tvuol.uol.com.br/
sábado, 6 de setembro de 2008
UM POUCO DE MUSICA
O Rappa lança seu sétimo disco, “Sete Vezes”. A banda recebeu a imprensa em um estúdio da zona oeste paulista para falar sobre o novo trabalho. Veja entrevista.
Reportagem do programa "Metrópolis" sobre a final do campeonato de DJs do DMC Brasil.
Matéria sobre a visita do cantor Ja Rule ao Brasil no "Metrópolis" do dia 09/08/2008
Clipe da música "Bombando em Bagdá", do grupo Supergalo, formado por ex-integrantes do Raimundos e Rumbora. O vídeo foi dirigido por Sergio Glasberg, da Cia. de Cinema.
Fonte: http://tvuol.uol.com.br/
Reportagem do programa "Metrópolis" sobre a final do campeonato de DJs do DMC Brasil.
Matéria sobre a visita do cantor Ja Rule ao Brasil no "Metrópolis" do dia 09/08/2008
Clipe da música "Bombando em Bagdá", do grupo Supergalo, formado por ex-integrantes do Raimundos e Rumbora. O vídeo foi dirigido por Sergio Glasberg, da Cia. de Cinema.
Fonte: http://tvuol.uol.com.br/
FEIRA INTERNACIONAL DE PRODUTOS ELETRONICOS
A maior feira internacional de produtos eletrônicos do mundo, a IFA, começou na sexta-feira em Berlim com a expectativa de receber 200 mil visitantes até o dia 3 de setembro. A grande novidade desta edição é a incorporação de uma seção de eletrodomésticos, com foco em tecnologias inteligentes, design arrojado e economia de energia. A IFA ocupa uma área de mais de 120 mil m² e conta com 1.250 expositores de 63 países. Efe.
fonte: http://estilo.uol.com.br
terça-feira, 2 de setembro de 2008
OS SENTIDOS DA VIOLENCIA - TV, CELULAR E OUTRAS MÍDIAS

QUANTAS VEZES VOCÊ RESPONSABILIZOU A TV PELOS MALES QUE ASSOLAM A SOCIEDADE?
RECLAMOU DE JORNAIS TENDENCIOSOS?
VOCÊ ACUSA O TERRORISTA PELO TERROR, MAS JÁ PENSOU SE ELE É REALMENTE O ÚNICO CULPADO?
Reportagem publicada no Jornal Boqueirão - edição n. 690, de 7 a 13 de junho, pág.12.
O professor universitário Christian Godoi, de 39 anos, conhece – de forma cristalina – as consequências de ser diferente em uma sociedade que valoriza a padronização de aparência, de pensamento, de comportamento. Ele cansou, por exemplo, de ser analisado por olhares desconfiados nos corredores da Universidade de São Paulo (USP), onde cursa mestrado em Comunicação Social, pelo fato de andar com camisetas floridas e ter bronzeado de surfista e físico de halterofilista. Por sinal, Godoi é campeão sul-americano de levantamento de peso, categoria sub-master.
Esta sociedade que julga com base em posicionamentos sociais (status) funciona como laboratório para as idéias do professor, que leva a sério a proposta de mente sã em corpo são. A postura trouxe inimigos e uma das situações que cultiva: o choque acadêmico a partir de conceitos defendidos por ele.
Um exemplo é a desvalorização do papel da TV na sociedade brasileira. Godoi questiona o poder de influência da “caixa de luzes e fios” e critica de maneira ferrenha os defensores da televisão como mecanismo de mudanças de comportamento.
Professor de cursos de comunicação na UNISANTA e na UNIMONTE, além das Oficinas Querô, Godoi é fascinado por analisar a violência do mundo contemporâneo. Isso não significa exatamente observar apenas a violência física, mas principalmente as agressões simbólicas, muitas delas mediadas pelos veículos de comunicação. A análise não representa repudiá-la. Pelo contrário, compreender a violência em certos casos.
O conjunto destas reflexões compõe o livro “Os Sentidos da Violência” (Realejo Livros & Edições), primeira obra de não-ficção do professor Christian Godoi. São nove ensaios que transitam entre o terrorismo, o uso de celulares e o papel da TV, entre outros temas. O livro foi lançado no dia 14 de junho, na livraria Realejo, no Gonzaga, em Santos. Na entrevista abaixo, algumas opiniões do autor:
Boqueirão: No livro, você afirma que as pessoas muitas vezes culpam a mídia pelo que acontece com elas. O que você quis dizer exatamente?
Godoi: É comum as pessoas atribuírem boa parte da responsabilidade delas à mídia, principalmente no que se refere à violência. Não têm competência de resolver e culpam a mídia, que constrói sentido a partir do real. A vida real é a vida das pessoas. Elas culpam os meios de comunicação, o videogame. Isso é uma idiotice. Não dá para acreditar que os meios tenham tanto poder. Precisam se renovar sempre; precisam se policiar dentro do que produzem. Você nunca sabe o que a massa vai fazer. Você não consegue manipular as massas. As pessoas continuam cobrando as instituições.
Boqueirão: Você fica muito irritado quando alguém te diz que os meios de comunicação influenciam as pessoas. Por que você pensa o contrário?
Godoi: Por estudar a recepção das mensagens, você passa a observar melhor os papéis das pessoas no diálogo com os meios de comunicação. Não existe uma influência. Existe um diálogo. É uma conversa entre o público e a informação que lhe interessa. A informação está dada para todo mundo poder consumir. A comunicação se efetiva muito pouco nos veículos. Você está olhando, mas não percebe. Você está vendo, mas não dialoga. Você é quem seleciona qual o papel do meio de comunicação na sua vida. O poder dos meios não supera o poder do indivíduo.
Boqueirão: Por que hoje há a necessidade obrigatória de consumir novas tecnologias, como celulares e Internet? Por que precisamos disso?
Godoi: Vivemos numa época de excessos. Excesso de informação, de meios de comunicação. Você não pode se imaginar de imediato sem os meios de comunicação. Estou fazendo uma pesquisa sobre o uso de telefones celulares e percebi que as pessoas não conseguem viver sem eles. Na realidade, o indivíduo é quem atribui sentido a este tipo de coisa. Viveria normalmente sem celular, televisão e jornal. O ser humano se adapta a qualquer condição.
Boqueirão: Na minha interpretação, o tema consumo passa indiretamente pelos seus textos. A sociedade realmente lê as pessoas pela posição que ocupam? O celular é um objeto de status?
Godoi: Para algumas fatias da sociedade. Na minha pesquisa, parti da hipótese do status. Pude observar que as classes mais altas utilizam o celular para status. As classes mais baixas não se incomodam. Na realidade, o que existe é a mesma separação pela questão econômica. O rico pode sonhar com determinados produtos. A classe média sonha em ser rica. Os pobres ficam relegados a segundo plano, usando o celular pré-pago, baratinho, por mais que sonhe com um aparelho com GPS. Colocar R$ 11 por mês de crédito é uma guerra. A desigualdade social se apresenta, se reafirma no uso dos meios de comunicação.
Boqueirão: O título do livro, “Os Sentidos da Violência”, tem relação com a violência simbólica. É a pior forma de violência? Qual é o papel da Internet e dos celulares nisso?
Godoi: É a pior violência. Quem não a percebe sofre um estupro do seu mundo vivido. Em determinado momento, os meios de comunicação, os governos, os bandidos invadem o espaço das pessoas, invadem a cultura delas e anulam o discurso daquela cultura. É o que se fez com o rap, com o funk, com o punk nos anos 80. Os produtos que vem de comunidades como forma de resistência acabam incorporados ao cotidiano da classe média, por exemplo. Isso esvaziou o discurso político, tornou só um produto de consumo. O rap perdeu o significado de forma de consciência. Este tipo de violência retira um pouco de identidade que as pessoas tentam manter para si mesmas.
Boqueirão: Partindo disso, você escreveu que os contrários ao senso comum são acusados de delírio, recalque, loucura e ignorância. Como a pessoa se defende da violência simbólica?
Godoi: A única forma que imagino é pela educação, em qualquer esfera social. A pessoa só consegue ter um grau de criticidade através da educação. Não precisa ser na escola, pode ser da educação na rua. Basquete de rua, por exemplo, ensina a conviver. Trata-se da percepção de que o mundo não é igual para todos.
Boqueirão: O conteúdo da mídia é violento?
Godoi: A mídia não é violenta. Passa mais informação do que em outras épocas. Desenhos animados das décadas de 70 e 80, por exemplo. Quer coisa mais violenta do que Pica-Pau, Tom e Jerry? Uma violência gratuita, sem motivo. Ninguém se tornou um assassino por causa disso. Hoje tem violência, com fundo de moral. É a influência norte-americana. Hoje, percebe-se mais a violência. A humanidade sempre foi violenta. Os meios de comunicação são aparelhos que você chuta e quebra. A violência está no sujeito. As pessoas têm consciência de que o mundo da TV não é o delas. O mundo da TV é idealizado. Isso sempre existiu. A religião fez este papel até o século XIX, de um mundo idealizado, com céu, sem sofrimento e dor.
Boqueirão: Um dos ensaios do livro fala sobre o PCC. Você escreveu que o PCC foi eficiente em perceber que poderia manipular os meios de comunicação. Não é irônico quando os veículos acham que estão controlando o cenário?
Godoi: É curioso. Pode parecer uma contradição o que escrevo. É bom, lembra maturidade. No caso do PCC, é a questão do sujeito que age. Naquele momento, o celular é um meio de resistência. É o momento em que a organização social funciona. Não quero endossar o crime. Nada disso! Mas a sociedade também pode se mobilizar pelo celular. O exemplo da invasão dos estudantes na USP. Serve também para impedir que a violência ocorra contra você. Aprender a usar o meio de comunicação que poderia apenas dar status como um elemento de ação, uma prática social. No caso do PCC, é uma forma de reivindicar ao Estado alguma coisa para o universo carcerário.
Boqueirão: Você também escreveu sobre o terrorismo. Afirmou que é um mecanismo de resistência. O terrorismo é um direito?
Godoi: É um assunto complicado. As pessoas ficam com raiva quando digo que o terrorismo é um direito. Você estupra minha religião, meu mundo, meus direitos e não espera retaliação. Quem é inocente e em qual momento? A partir do momento em que se fecham os olhos para a violência, cria-se um problema. Se o Brasil invade a Colômbia e eu me coloco no papel de brasileiro, estou endossando a invasão. Se a Colômbia retaliar, estará no direito dela. É uma guerra, olhando friamente. Não quer dizer que concordo com mortes. Se olharmos friamente, podemos perceber que há justificativas fortes para as ações terroristas. O indivíduo sofre como nação ou como comunidade. Se eu me calo diante das atrocidades, eu faço parte do grupo. Ninguém é inocente.
Boqueirão: Você escreveu um ensaio em que defende a vagabundagem e questiona o valor moral do trabalho. A impressão que tenho é que as pessoas se sentem angustiadas ou culpadas quando estão ociosas. Até o lazer virou obrigação social.
Godoi: O trabalho é a maior podridão humana. É uma violência. O sujeito nasce predestinado a trabalhar, arrumar emprego para sustentar alguém que vai explorar o trabalho dele até não poder mais. Muitos questionaram o trabalho ao longo da história. O modelo do trabalho assalariado é nojento. Trabalhar é ir para a empresa e fazer papel de bobo durante várias horas. É a maior violência que existe. Em vez da pessoa aproveitar a vagabundagem para ser feliz, ela coloca na cabeça que não pode se ver daquele jeito. Não aprendeu a lidar com mais nada, apenas com o sentimento de culpa. Até o esporte que era prazeroso virou um trabalho, uma coisa doentia. Há outras formas de ganhar dinheiro além de se colocar na posição de escravo.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
RÁDIO LIVRE E A DEMOCRATIZAÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA
Entendendo a Rádio Livre
Rádio Livre é um tipo de emissora sem fins lucrativos que funciona em baixa potência, atua em uma área limitada (geralmente em bairros), e tem como objetivo ser mais uma ferramenta na luta pela democratização da comunicação, estimular a produção popular nos meios de comunicação, além de difundir a idéia de conhecimentos livres. Sua gestão é horizontal, ou seja, não há hierarquia entre os/as participantes. Dessa forma, todos podem assumir o papel de locutor(a), programador(a) ou dj, e as decisões são tomadas de modo democrático.
Rádio Livre & Ilegalidade
As Rádios Livres são consideradas ilegais pelo Governo Federal por funcionarem sem autorização da ANATEL. Segundo a lei Nº 9.612, de 19 de fevereiro de 1998, que rege o serviço de Radiodifusão Comunitária, o Ministério das Comunicações (MiniCom) afirma que "a instalação e funcionamento de estação de rádio, sem a devida autorização, é crime Federal, punido com prisão dos responsáveis e apreensão dos equipamentos. Essa penalidade é aplicada não somente ao proprietário da estação clandestina, como também a todos aqueles que, direta ou indiretamente, estejam ligados a essa atividade ilegal (instaladores, vendedores e fabricantes de equipamentos, anunciantes etc.)"
Rádio Livre x Rádio Comunitária: há diferenças?
Sim, e muitas! Enquanto as rádios livres são tidas pelas autoridades como subversivas, as comunitárias são legalizadas, desde que não contrariem a Lei 9612/98. Ela estabelece certas restrições, como por exemplo, a transmissão deve alcançar, no máximo, um raio de 1Km; o transmissor não pode ter mais do que 25 watts de potência e só é permitido o funcionamento de uma rádio por comunidade. Para o Ministério das Comunicações, uma rádio comunitária ?deve divulgar a cultura, o convívio social e eventos locais; noticiar os acontecimentos comunitários e de utilidade pública; promover atividades educacionais e outras para a melhoria das condições de vida da população... não pode ter fins lucrativos nem vínculos de qualquer tipo, tais como: partidos políticos, instituições religiosas". A verdade é que, na prática, isso nem sempre acontece; muitas funcionam como pequenas rádios comerciais, mantêm o modelo de gestão verticalizado - com diretores, locutores e editoriais - e chegam a cobrar o famoso "jabá" a artistas locais para que suas músicas sejam veiculadas.
Para saber mais visite o Rizoma de Rádios Livres
http://www.radiolivre.org
VEJA ALGUNS VÍDEOS QUE TRATAM DO ASSUNTO
O BLOG LIVRE "IDÉIA QUENTE" DEFENDE OS DIREITOS DA POPULAÇÃO E LUTA EM PROL DA DEMOCRATIZAÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA.
"DEIXE DE SER APENAS UM MERO ESPECTADOR E PASSE A FAZER A SUA PRÓPRIA COMUNICAÇÃO"
RÁDIO LIVRE!
CONTRA OS BARÕES MIDIÁTICOS (POLÍTICOS, MAGNATAS, LIDERES RELIGIOSOS, ETC)
DE MASSA
PRA MASSA
DA MASSA
A MASSA SOMOS NÓS!
Rádio Livre é um tipo de emissora sem fins lucrativos que funciona em baixa potência, atua em uma área limitada (geralmente em bairros), e tem como objetivo ser mais uma ferramenta na luta pela democratização da comunicação, estimular a produção popular nos meios de comunicação, além de difundir a idéia de conhecimentos livres. Sua gestão é horizontal, ou seja, não há hierarquia entre os/as participantes. Dessa forma, todos podem assumir o papel de locutor(a), programador(a) ou dj, e as decisões são tomadas de modo democrático.
Rádio Livre & Ilegalidade
As Rádios Livres são consideradas ilegais pelo Governo Federal por funcionarem sem autorização da ANATEL. Segundo a lei Nº 9.612, de 19 de fevereiro de 1998, que rege o serviço de Radiodifusão Comunitária, o Ministério das Comunicações (MiniCom) afirma que "a instalação e funcionamento de estação de rádio, sem a devida autorização, é crime Federal, punido com prisão dos responsáveis e apreensão dos equipamentos. Essa penalidade é aplicada não somente ao proprietário da estação clandestina, como também a todos aqueles que, direta ou indiretamente, estejam ligados a essa atividade ilegal (instaladores, vendedores e fabricantes de equipamentos, anunciantes etc.)"
Rádio Livre x Rádio Comunitária: há diferenças?
Sim, e muitas! Enquanto as rádios livres são tidas pelas autoridades como subversivas, as comunitárias são legalizadas, desde que não contrariem a Lei 9612/98. Ela estabelece certas restrições, como por exemplo, a transmissão deve alcançar, no máximo, um raio de 1Km; o transmissor não pode ter mais do que 25 watts de potência e só é permitido o funcionamento de uma rádio por comunidade. Para o Ministério das Comunicações, uma rádio comunitária ?deve divulgar a cultura, o convívio social e eventos locais; noticiar os acontecimentos comunitários e de utilidade pública; promover atividades educacionais e outras para a melhoria das condições de vida da população... não pode ter fins lucrativos nem vínculos de qualquer tipo, tais como: partidos políticos, instituições religiosas". A verdade é que, na prática, isso nem sempre acontece; muitas funcionam como pequenas rádios comerciais, mantêm o modelo de gestão verticalizado - com diretores, locutores e editoriais - e chegam a cobrar o famoso "jabá" a artistas locais para que suas músicas sejam veiculadas.
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A ORIGEM DO "FUNK CARIOCA"
O funk carioca é um tipo de música eletrônica originado nas favelas do Rio de Janeiro, derivado do Miami Bass, devido à sua batida rápida e aos vocais graves. No Rio, o funk carioca é chamado simplesmente de funk, apesar de ser um gênero diferente do funk original, dos Estados Unidos.
Na década de 70 surgiram as primeiras equipes de som no Rio de Janeiro, como a Soul Grand Prix tocando Soul e Funk, liderada por Ademir de Barros e Big Boy que promoviam bailes, inclusive, no badaladíssimo Canecão.
Com a ampliação do acesso à freqüência FM, a partir da década de 80, o funk no Rio começou a ser influenciado por um novo ritmo da Flórida, o Miami Bass, que trazia músicas mais erotizadas e batidas mais rápidas. Só a FM O Dia dedica grande espaço em sua grade horária para os falsos sucessos feitos no ritmo funk, um dos mais famosos é a regravação de uma música de Raul Seixas: o "Rock das Aranhas" que vira hit e se junta a ele outras músicas feitas com muito humor e sem muito apelo político como adaptações de músicas do funk norte-americano e gravações de cantores latinos como Stevie B, Corell DJ, entre outros MC's. Dentre os raps que marcam o período mais politizado (mas sem perder o humor) no funk é o "Rap do Acari" que abordava o tema da famosa Roubauto, feira de peças de carro roubadas pelas cidade - a feira muito eclética era sinônimo da precariedade do acesso dos pobres da periferia e outros marginalizados à bens de consumo.
Atrelado a isso, complementando o leque das equipes de som já existentes, dentre elas, CASH BOX, JET BLACK, DISCO DANCE, SIGNUS, A BOLHA, SUPERSONIC, HOLLYWOOD, STUDIO LD, surgem, com destaque A Coisa, O Kakareko e as duas grandes rivais Pipo's e Furacão 2000 que organizavam bailes dançantes. Os primeiros bailes fechados em clubes da periferia como a Paratodos da Pavuna, Pavunense, Exentric (Duque de Caxias), entre outros eram feitos com vitrolas hi-fi e as equipes foram, aos poucos, crescendo e comprando equipamentos melhores.
Ao longo da nacionalização do funk, os bailes, até então, realizados nos clubes dos bairros das periferias da capital e região metropolitana, expandiu-se para eventos em céu aberto, nas ruas, onde as equipes rivais se enfrentavam disputando quem tinha a aparelhagem mais potente, mais traficantes, o grupo mais fiel e o melhor DJ. Neste meio surge o DJ Malboro, um dos vários protagonistas do movimento funk.
Com o tempo, o funk ganha grande apelo dos marginalizados e se afirma como a voz da periferia, cujas letras cantadas pelos MCs, enfatizavam às reivindicações populares pelo combate da violência policial nas comunidades carentes dos morros cariocas. As músicas tratavam o cotidiano dos freqüentadores: abordavam a violência e a pobreza das favelas.
No início dos anos de 1990, aparece Gabriel O Pensador, como um rapper destacado do panorama com críticas políticas como seu primeiro hit "Tô Feliz (Matei o Presidente)", uma crítica à gestão do então presidente Fernando Collor de Mello (de quem sua mãe era acessora), que se segue ao sucesso "Retrato de Um Playboy (Juventude Perdida)" onde caracteriza alguns jovens violentos de classe alta que utilizam de sua disposição física e seu nível econômico para humilhar os já subjugados trabalhadores pobres (empregados domésticos, nordestinos entre outros).
Depois disto, há um grande silêncio sobre o funk, que continua popular nas rádios piratas (algumas eram de controle das equipes de som) e agora tratam dos temas ligados aos grupos criminosos, como o Comando Vermelho, ADA e etc, servindo como inspiradores de combates e aviso sobre a troca de comando local, ou sobre a sujeição dos moradores da área a nova ordem: o funk falava principalmente sobre as drogas, as armas, os comandos, muitas vezes convocando moradores de favelas a participar de atos de violência ou pregando o extermínio de inimigos.
O Funk também adotou como temática o sexo apresentado sempre como uma simples cópula, muitas vezes acompanhados de gritos e gemidos e desprovido de erotismo. Não por acaso bailes funk passaram a ter bacanais entre os participantes, na maioria das vezes menores de idade. Tais orgias começavam após a execução de alguma música que era previamente conhecida como sinal para o início do sexo. Surgiram nas favelas os bebês "filhos do trem", crianças geradas em "trenzinhos" por sexo de adolescentes com desconhecidos. Evidentemente os bailes funk também propiciaram a expansão da AIDS nas favelas cariocas. O jornalista Tim Lopes morreu assassinado por traficantes de drogas quando investigava denúncias de exploração sexual de menores em bailes funk. Alguns artistas desta fase, como Claudinho e Buchecha, enveredaram para outros tipos de tema. Os chamados "charmeiros" são um grupo de resistência a este cenário, mas que acabam sendo suprimidos, inclusive, pela mídia. Ao mesmo tempo que as músicas abordavam o cotidiano das classes baixas, alguns bailes começaram a ficar mais violentos e ser palco de "brigas de galeras", onde pessoas de dois lugares dividiam a pista em duas e quem ultrapassasse as fronteiras de um dos "lados", era agredido pela outra galera. Estas galeras podiam ser representadas por moradores de um vs. outro bairro, torcidas organizadas de times, grupos de equipes rivais, grupos de facções rivais, etc...
A pressão da polícia, da imprensa e a criação de uma CPI na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro em 1999 e 2000 suprimiram bailes, principalmente, os próximos a áreas urbanas nobres, pois além da potência das caixas de som estarem sempre acima do permitido normalmente 85dB (decibéis) por lei ,geralmente, eles começavam depois das 22h - e acabaram com a violência em poucos dos bailes,pois na maioria sempre acaba em tiroteio, ao mesmo tempo em que as músicas se tornaram mais dançantes e as letras mais sexuais. Esta nova fase do ritmo, descrita por alguns como o new funk, tornou-se um sucesso em todo o país. A partir dessa fase, o funk virou moda nacional, e inclusive começou a esboçar certo sucesso internacional, com o surgimento de grupos ingleses e de outras nacionalidades.
Do morro ao asfalto o funk conseguiu, de uma maneira não muito usual, mascarou seu ritmo, mostrando-se mais parecido com um rap americano e integrou um pouco mais as classes cariocas. Seu ritmo hipnótico por sua batida repetitiva também contribuíram para essa adoração, algumas letras eróticas e de duplo sentido normalmente desvalorizando o gênero feminino também revelam uma não originalidade em copiar de outros estilos musicais populares no Brasil como o Axé music e o forró.
O funk ganhou espaço fora do Rio e ganhou conhecimento internacional, quando foi eleito umas das grandes sensações do verão europa de 2005 e ser base para um sucesso da cantora inglesa MIA, "Bucky Done Gun". Um dos destaques desta fase, e que foi objeto até de um documentário europeu sobre o tema é a cantora Tati Quebra-Barraco que se tornou uma figura emblemática das mulheres que demonstram resistência à dominação masculina em suas letras, geralmente de nível duvidoso, pondo a mulher no controle das situações.
Com o nascimento de novas equipes de funk e rádios de funk, além do interesse cada vez maior nos bailes.
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Funk_carioca
ESTAMOS APENAS DIVULGANDO VIDEOS E FATOS QUE REALMENTE FAZEM PARTE DA HISTORIA DO FUNK
JAMAIS VISAMOS "QUEIMAR" ESSE MOVIMENTO QUE MOVE MILHÕES DE PESSOAS EM TODO ESSE PAÍS, ATÉ PORQUE, EU SOU FUNKEIRO...E DA ANTIGA!!!
LOGO MAIS PUBLICAREMOS O SURGIMENTO DO MOVIMENTO FUNK NA BAIXADA SANTISTA
AGUARDEM!!!
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