segunda-feira, 29 de junho de 2009

Você usaria?





Está é uma foto de um banheiro público que essa senhora está entrando

Agora que você viu do lado de fora, veja do lado de dentro...

As paredes são feitas de vidro transparente

Ninguém lá fora pode ver você lá dentro, mas quando você está dentro dele, é como se estivesse dentro de uma caixa de vidro transparente.

Você usaria esse banheiro?

Banheiro com o chão pintado

Imagine que você está numa festa no décimo andar de um prédio.

Daí, você precisa ir ao banheiro.

Você abre a porta .....Não esqueça que o chão é pintado ...

Veja abaixo.

Incrível, não é mesmo?

Isso não te deixaria confuso?

Você seria capaz de usar esse banheiro?

Veja abaixo uma pintura no teto de uma área designada aos fumantes...

Nem precisa comentar né?

CONTEÚDO RECEBIDO VIA E-MAIL

domingo, 28 de junho de 2009

Manifesto contra a outorga de concessões de rádio e TV a deputados e senadores



No início do mês de abril, recomendação aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal recolocou em pauta a questão sobre se deputados e senadores podem ou não ser proprietários de emissoras concessionárias de rádio e TV. A recomendação diz expressamente que não é lícito a esses parlamentares figurarem como diretores, proprietários ou controladores de empresas que explorem serviços de radiodifusão; e acrescenta que, caso verificada essa condição, o respectivo ato de outorga ou renovação deverá ser rejeitado.
Ainda que dependa de aprovação no plenário daquela casa, a recomendação reforça a compreensão de que o artigo 54 da Constituição Federal proíbe os parlamentares de serem donos de empresas concessionárias. De fato, o texto constitucional diz que deputados e senadores não poderão, desde a expedição do diploma, “firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes” e, desde a posse, “ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoas jurídicas de direito público, ou nela exercer função remunerada”. Ora, é difícil interpretar que esses termos não proíbam a propriedade de concessionárias de rádio e TV por parlamentares.
Contudo, essa norma tem sido continuamente desrespeitada, e hoje cerca de 25% dos senadores e 10% dos deputados federais são concessionários de rádio e TV – sem contar aqueles que têm empresas em nome de familiares ou laranjas. Essa realidade fere dois princípios democráticos: o primeiro, da separação entre os poderes. Claramente, a posse de meios de comunicação por parlamentares significa um acúmulo de poder inaceitável em uma democracia, que acaba funcionando como um círculo vicioso reforçador de poder. Essa separação existe entre os três poderes tradicionais, e não deve ser diferente em relação ao “quarto poder”.
O segundo é o fato de, neste caso, os concessionários serem também concedentes (o artigo 223 estabelece que a concessão ou permissão só tem validade depois de aprovada pelo Congresso Nacional), o que gera um inevitável conflito de interesses. De fato, estudo recente do Laboratório de Políticas de Comunicação da Universidade de Brasília revelou que 37,5% dos membros titulares da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara e 47% dos titulares da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado, responsáveis pela análise dos processos de outorgas, são proprietários de emissoras de rádio e TV ou têm familiares controladores destes tipos de veículos de comunicação.
Se não bastassem esses dois motivos, a história ainda mostra que, em diversos momentos, concessões dadas pelo Ministério das Comunicações a parlamentares foram usadas como moeda de troca política. A votação dos 5 anos para Sarney e a aprovação da emenda da reeleição durante o governo Fernando Henrique Cardoso são exemplos clássicos de episódios em que se comprovou essa relação. No início deste ano de 2009, outro episódio envolvendo o ex-presidente Sarney comprovou o uso político das concessões de rádio e TV, acrescentando outro problema aos já listados. Computados todos os prejuízos, não há por que a democracia brasileira continuar convivendo com essa aberração.
Parte dos parlamentares, percebendo os danos causado à democracia, tem tomado iniciativas importantes para combater essa realidade. Além da recomendação aprovada na CCJ do Senado, em dezembro de 2008 foi aprovado relatório da subcomissão que discutia a questão das concessões de rádio e TV na Câmara dos Deputados. O relatório constatou a má aplicação do artigo 54 e, a fim de evitar questões de interpretação, lançou, entre outras medidas, uma Proposta de Emenda à Constituição que acrescenta ao artigo 222 o seguinte parágrafo: “Não poderá ser proprietário, controlador, gerente ou diretor de empresa de radiodifusão sonora e de sons e imagens quem esteja investido em cargo público ou no gozo de imunidade parlamentar ou de foro especial”. Sua aprovação ajudaria a dirimir os efeitos negativos da possibilidade de má interpretação do artigo 54. Igualmente importante seria coibir a propriedade também por parentes em 1° e 2° graus dos políticos, já que neste caso configura-se a posse por um mesmo grupo familiar.
Independentemente da forma de coibir esse abuso, o Brasil não pode mais dar suporte a uma prática que reforça a concentração de poder e estabelece distorções no Parlamento. Na busca do aperfeiçoamento das instituições e do consequente aprimoramento da democracia, defendemos o fim do 'coronelismo eletrônico' e queremos:

aprovação em plenário da recomendação da CCJ do Senado que aponta a ilicitude da propriedade de emissoras concessionárias por parlamentares;
aprovação da PEC proposta pela subcomissão de outorgas da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, que estabelece textualmente a proibição de que parlamentares ou ocupantes de cargos públicos sejam proprietários de empresas de rádio e TV;
proibição explícita do uso de concessões de rádio e TV para fins políticos e punição rigorosa nos casos em que se identificar essa prática, com perda do mandato de parlamentares envolvidos.

FONTE: http://www.radialistasp.org.br/

sábado, 27 de junho de 2009

A herança de Michael Jackson é a música pop de hoje

Marcelo Negromonte, editor de Entretenimento do UOL, comenta a importância de Michael Jackson para a música e para a cultura pop. O cantor morreu em 25 de junho de 2009, aos 50 anos de idade.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

RÁDIO ZERO TREZE

CERTO TEMPO SEM POSTAR POR AQUI, MAS QUEM É VIVO SEMPRE LUTA

DE VOLTA!

E ESPERO QUE AGORA COM FORÇA TOTAL

AGORA O BLOG IDÉIA QUENTE CONTA COM UM PROGRAMA DIÁRIO EM UMA WEB RÁDIO

RÁDIO ZERO TREZE - A ORIGINAL DA BAIXADA

WEB RÁDIO QUE VEIO REVOLUCIONAR O MEIO

LIVRE, DEMOCRATICA E ORIGINAL

COM PROGRAMAÇÃO VARIADA: RAP, REGGAE, ROCK, FUNK, BLACK MUSIC, SAMBA, PAGODE, MPB, ELETRONICO, REGGAETON, RAGGA MUFFIN, DANCEHALL, POPROCK, MUSICA LATINA, POP E MUITO MAIS

A PROGRAMAÇÃO AINDA NAO ESTÁ FECHADA E PODERÁ SOFRER ALTERAÇÕES, MAS A RÁDIO JA SEGUE COM PROGRAMAÇÃO INTENSA

DE SEG A SEX

NA PARTE DA MANHÃ TOCAM MÚSICAS DIVERSAS


A PARTIR DAS 15H ENTRA NA REDE O PROGRAMA TOP MIX(BLACK MUSIC, FUNK, POPROCK, ETC), COMANDADO PELA LETICIA CRIS

AS 18H PROGRAMA VIDA SIMPLES(RAP NACIONAL E RAP LATINO), COMANDADO PELO MANO JOTAERRE

E (MAIS OU MENOS) A PARTIR DAS 22H, 22H30M, 23H, ETC... PROGRAMA IDÉIA QUENTE(RAP, REGGAE, MPB, REGGAETON, MUSICA LATINA, ETC) COMANDADO POR DMS

DA 00H ADIANTE SEGUEM MÚSICAS DIVERSAS

E A RÁDIO TAMBÉM ROLA AOS FINAIS DE SEMANA

SABADO

15H PROGRAMA SOUL REBEL. O MELHOR DO REGGAE COMANDADO POR DMS

18H PROGRAMA FUNK YOU!!! COM O MELHOR DO FUNK, COMANDADO POR JOTAERRE E LETICIA CRIS

OUTROS PROGRAMAS SURGIRÃO CONFORME O DESENVOLVIMENTO DA RÁDIO, PODEM AGUARDAR!!!

ACESSE A RÁDIO NESTE ENDEREÇO: http://zerotreze.listen2myradio.com



O que é Web rádio?

Uma rádio-web não é radiodifusão e tampouco tem a recepção aberta e diversificada quanto à do rádio tradicional. Ela utiliza-se de características do rádio convencional e da internet, mas é um novo meio de comunicação, com suas peculiaridades, características, recursos tecnológicos e aplicações.

Tecnicamente, uma web rádio é um sistema de transmissão de arquivos em tempo real, usando uma rede (no caso a internet) através de pacotes de informações (streaming). Ou seja, o arquivo é codificado, dividido em pacotes, transmitido para a rede, e o usuário que se conectar recebe esses pacotes de arquivo na medida em que é enviado para a rede.

Um computador enviando dados (áudio, vídeo, não importa o conteúdo, tudo na internet é transformado em dados) pode ser acessado por usuários em qualquer ponto do planeta.

Todos os meios de comunicação causaram avanços tecnológicos e modificaram substancialmente a sociedade. Mas o impacto social causado pela internet é incomparável.

O rádio via internet impõe transformações qualitativas. A origem dessa mudança está na sua própria criação, quando os militares criaram uma rede de comunicação sem um núcleo central. Daí nasce uma rede de comunicação totalmente fora de controle de quem quer que seja. E o rádio via internet vai surgir baseada nessa transformação. O internauta irá à busca do diferencial, e daí decorre uma grande segmentação de assuntos e identificação com os que falam na rede. Outra grande mudança qualitativa do radio pela internet é a interatividade. O rádio já é interativo por natureza, mas na internet essa interatividade é total. O ouvinte internauta não quer apenas ouvir o programa, ele quer falar, participar, ler mais informações sobre o assunto. Eles querem consultar arquivos, obter dados, ouvir programas já apresentados, comunicar-se com a rádio. As emissoras terão que pensar num público alvo cada vez mais específico, pois como é relativamente barato montar e administrar uma web rádio, a programação vai ser cada vez mais direcionada, e a cumplicidade e a busca do interesse comum são essenciais.

A programação da web radio deve ser pensada especialmente para o meio em que é difundida. O que acontece hoje em dia é a retransmissão das FMs locais pela web, para serem ouvidas de qualquer lugar do mundo. Isso não pode ser considerada web radio. Uma web radio de verdade pensa, cria e monta uma programação específica para a internet, considerando todas as características da rede.

FONTE: http://radioativo4.zip.net/