terça-feira, 8 de dezembro de 2009

IDEIAQUENTE.COM

SALVEEEEE

VENHO AQUI INFORMAR QUE O BLOG MORREU

MAS NAO DESISTIMOS DOS NOSSOS IDEAIS E SEGUIMOS EM FRENTE

AGORA COM O SITE IDEIAQUENTE.COM

ACESSEM: HTTP://WWW.IDEIAQUENTE.COM

WEBRADIO 24H, CHAT, INFORMAÇÃO, VIDEOS, PODCASTS E MUITO MAIS

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CENTRO DE MEDIA UNDERGROUND

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

SÓ DEVER, SEM DIREITO!

Salveeeeeee

eu sempre falo: "agora vou postar mais vezes aqui no blog"

e mais uma vez nao cumpri!

porém to aqui mais uma vez, e espero nao sumir novamente... voltando com coisa boa

voltando com Rap

já diziam: "Pra toda ação há uma reação"

Concordo!

segue então um vídeo que trata mais ou menos disso ai

MV BILL - CAUSA E EFEITO



o vídeo é caseiro mas o importante é a mensagem que a música passa... um tapa na cara de toda sociedade hipócrita, tapa na cara dos tubarões, dos políticos...

enfim, o som é do caralho!!!

e pra facilitar o entendimento segue a letra da musica

Hã...
Pouca coisa mudou
O responsável pela nossa tragédia não assimilou
Que pra mudar é necessário mais que um discurso...
no percurso falei com gente estúpida
Penso no que diz nossa bandeira fica em dúvida
O que será que eles acham de nós
que não sabemos falar?
que não sabemos votar? Há

Nossa voz ta no ar
Por mais que eu tenha espírito de mudança
vejo contradições que me causam desesperança
Cansa ver tanta gente ignorante
Tratando gente humilde de forma arrogante
Deselegante ao lidar com a maioria
Que fala com sotaque de periferia
Na correria, sobrevivendo a covardia
Daqueles que nos retribui com antipatia

A superação me emociona
Mas a apatia dos irmãos me decepciona
Vivemos da democracia que não funciona
Condição social que aprisiona
Vários vão a lona
Sentados na poltrona
Recebendo ordens que serão ditadas na telona
E nos deixam como herança
Uma verdadeira erupção de criança na minha lembrança
Não da pra esquecer o que eu vi (na lembrança)
Não da pra esquecer o que senti
percebi...

Que a policia continua sendo o braço governamental
Na favela discimina o mal
Com suas fardas e caveirões
A serviço daqueles que controlam opniões,que roubam
milhões, donos de mansões
Constrói a riqueza com a fraqueza de multidões
Tubarões...
engolem o peixe pequeno
Não vejo plantação de coca no nosso terreno
Vai além...vejo plantações de vida
de sonhos, de morte, ferida
Que não cicatriza, que não ameniza
Se o clima tiver tenso a paz não se estabiliza
Pra mim é muito fácil de ser entendido
Sem educação vários de nós vai virar bandido
E a nossa pena não é branda
Perdemos a infância, a juventude a fila anda
Menos pra quem tem família com dinheiro
Que paga pelo erro do filho o tempo inteiro
Atitudes que eu não me identifico
Bateram na empregada só porque o pai é rico
Pai que vai a público falar de ética
Sem saber que o filho é envolvido com droga sintética
Vida frenética, fazendo merda pela rua
Com a certeza que a justiça é menos energética
Não é assim com a gente,
Nova operação policial leva a alma de um inocente
Deixa a criança ferida
Com bala perdida
Mais punição como medida
Revelando a incompetência
Tenho complemento no refrão que há na sequencia


Combatente não aceita
Comando de canalha que a nós não respeita
Excluído, iludido
Quem nasce na favela é visto como bandido
Rouba muito, magnata
Não vai para cadeia e usa terno e gravata
Causa e efeito
Só dever sem direito 2x

A corrupção permite
que atrocidade ultrapasse seu limite
Por mais que parte elite evite
Um afrogenocidio existe
onde pessoas morrem por conta da cor
Com sobrenome comum não temos valor
Artista câo, que fala de amor,
Não fecha com nois nem na hora da dor
Por isso eu faço do meu palco um pupito
usando minha voz contra um Brasil que é corrupto
Impunidade fala mais alto
Os homens de preto sobem o morro pra defender o asfalto
que impotente, assistem a tragédia
No desnivel entre a favela e a classe média
Que tratam o guetto como se fosse a África
numa distancia que nem chega a ser geográfica

Distanciamento provocado pelo preconceito
Como se nascer aqui fosse um defeito
Não é!
É parte de um destino que você ajudou a escrever,
quando não quis se envolver
Vem, vem aqui combater a consequencia de politica de ausencia
que resulta em violencia
Se o foco não for mudado, não terão resultado
e o ódio na juventude é uma tendencia
Sem escola, sem escolha
Expectativa de vida até que o crime te recolha
Vários do lado do bem, são empurrados pro mal
vitimas da convulsão social
País tropical, povo sensual
Fábrica de gente em condição marginal
que não conseguem pensar, que não conseguem falar
Parasitas não iram prosperar


Combatente não aceita
Comando de canalha que a nós não respeita
Excluído, iludido
Quem nasce na favela é visto como bandido
Rouba muito, magnata
Não vai para cadeia e usa terno e gravata
Causa e efeito
Só dever sem direito 2x

terça-feira, 11 de agosto de 2009

AS REGRAS DO FUTEBOL DE RUA



As regras do futebol de rua

Que saudade que dá ... e depois de tudo isto eu sobreviví... Quem tem mais de 40 com certeza vai saber que que qulquer semelhança NÃO é mera coincidência.

Um forte abraço a todos ...

1. A BOLA
A bola pode ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a merendeira do irmão menor.

2. O GOL
O gol pode ser feito com o que estiver à mão: tijolos, paralelepípedos, camisas emboladas, chinelos, os livros da escola e até o seu irmão menor.

3. O CAMPO
O campo pode ser só até o fio da calçada, calçada e rua, rua e a calçada do outro lado e, nos clássicos, o quarteirão inteiro.

4. DURAÇÃO DO JOGO
O jogo normalmente vira 5 e termina 10, pode durar até a mãe do dono da bola chamar ou escurecer. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.

5. FORMAÇÃO DOS TIMES
Varia de 3 a 70 jogadores de cada lado. Ruim vai para o gol. Perneta joga na ponta, esquerda ou a direita, dependendo da perna que faltar. De óculos é meia-armador, para evitar os choques. Gordo é beque.

6. O JUIZ
Não tem juiz.

7. AS INTERRUPÇÕES
No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada em 3 eventualidades:

a) Se a bola entrar por uma janela. Neste caso os jogadores devem esperar 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isso não ocorrer, os jogadores devem designar voluntários para bater na porta da casa e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação.
b) Quando passar na rua qualquer garota gostosa.
c) Quando passarem veículos pesados. De ônibus para cima. Bicicletas e Fusquinhas podem ser chutados junto com a bola e, se entrar, é Gol.

8. AS SUBSTITUIÇÕES
São permitidas substituições no caso de um jogador ser carregado para casa pela orelha para fazer lição ou em caso de atropelamento.

9. AS PENALIDADES
A única falta prevista nas regras do futebol de rua é atirar o adversário dentro do bueiro.

10. A JUSTIÇA ESPORTIVA
Os casos de litígio serão resolvidos na porrada.

terça-feira, 21 de julho de 2009

twitter?


Twitter é uma rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos (em textos de até 140 caracteres, conhecidos como "tweets"), através da própria Web ou por SMS.[1]

As atualizações são exibidas no perfil do usuário em tempo real e também enviadas a outros usuários que tenham assinado para recebê-las. Usuários podem receber atualizações de um perfil através do site oficial, RSS, SMS ou programa especializado. O serviço é grátis na internet, mas usando SMS pode ocorrer cobrança da operadora telefônica.

Desde sua criação em 2006 por Jack Dorsey, o Twitter ganhou extensa notabilidade e popularidade por todo mundo. Algumas vezes é descrito como o "SMS da Internet".[2]

A estimativa do número de usuários varia, pois a empresa não informa o número de contas ativas. Em novembro de 2008, Jeremiah Owyang estimou que o Twitter tenha de 4 a 5 milhões de usuários.[3] Em maio de 2009, um estudo analisou mais de 11 milhões e meio de contas de usuários.[4]

Em Fevereiro de 2009 o blog Compete.com elegeu o Twitter em terceiro lugar como rede social mais usada (Facebook em primeiro lugar, seguido do MySpace).[5]

Devido ao sucesso do Twitter, um grande número de sites parecidos foram lançados ao redor do mundo. Alguns oferecem o serviço para um país específico, outros unem outras funções, como compartilhamento de arquivos que era oferecido pelo Pownce.

Um estudo da Universidade de Harvard concluiu que apenas 10% dos usuários produzem 90% do conteúdo.

USO

Em 12 de fevereiro de 2009, aconteceu o Twestival, um encontro de usuários do Twitter em 170 cidades ao redor do mundo.[7] Adquiriu destaque na mídia o uso do Twitter durante as manifestações ocorridas na Moldávia no início de 2009, em que os jovens organizaram-se por meio dessa ferramenta da web 2.0. Ademais, o site também esteve presente no debate político e na movimentação da oposição durante as eleições iranianas de junho de 2009. Outro uso da ferramenta, é a publicação de microcontos, o que deu origem inclusive a um subgênero literário, a Twitteratura.

A PUBLICIDADE NO TWITTER

O Twitter também tem sido constantemente utilizado por grandes empresas para a divulgação de suas marcas, através de constantes atualizações, sempre ligando o "consumidor" a uma página onde possa encontrar mais informações sobre o serviço ou produto oferecido. Além disso, o twitter tem se mostrado um ótimo instrumento para o fortalecimento das marcas no ambiente virtual, pois agrega seguidores que recebem as atualizações enviadas pelas empresas, porém ainda é uma ferramenta que deve ser melhor explorada para esse fim. (2006.0217174-4)

FONTE: WIKIPÉDIA

E ENTRANDO NA ONDA DO TWITTER, SEGUE DOIS LINKS A SEREM SEGUIDOS:

http://www.twitter.com/dimas_rtv

http://www.twitter.com/zerotreze

terça-feira, 7 de julho de 2009

DADA YUTE


Cauê Granello popularmente conhecido como Dada Yute, começou sua carreira como artista em 2004, na banda paulista Leões de Israel, onde obteve grande experiência e reconhecimento, fez diversos shows de norte a sul do Brasil passando pelas principais capitais, realizando entrevistas em rádios e tv’s. Participou do tradicional Festival “jamaicano” de maior conceito na atualidade (REBEL SALUTE 2006)com público superior a 25 mil pessoas, além disso fez parte do DVD lançado mundialmente juntamente com as bandas The Congos, Burning Spear, Nya Bhing Band, Third World, Richie Spice, Luciano, entre outros. Já dividiu o microfone com ninguém mais ninguém menos que Mr. Gregory Issacs no Maranhão (Jamaica brasileira) cantando um de seus maiores sucessos, a música “Ragga-Muffin”, foi backing vocal do Gladiator Clinton Fearon em sua turnê pelo Brasil e abriu o show da banda de reggae mais conhecida do mundo The Wailers na maior casa de espetáculos de São Paulo “CredicardHall.”

Ainda muito jovem foi encaminhado ao reggae e por motivos maiores vem agindo com influência do poder da santíssima trindade Haile I SELASSIE I, encaminhando os que estão doentes de coração e alma, e servindo a JAH como instrumento de luz, afim da edificação, retitude e salvação de Eu e Eu irmãos, Eu e Eu irmãs, crianças, jovens e até mesmo os de idade avançada.

Atualmente Dada Yute segue carreira solo, apontado por muitos como revelação, está preparando seu primeiro álbum, trazendo uma linguagem contemporânea, New Roots, Hip Hop e DanceHall. Contará com participações especiais de RAS Bernardo e artistas internacionais. O lançamento está sendo aguardado com grande expectativa pelos amantes da verdadeira música espiritual e acreditem a nova geração é o puro FOGO de JAH!

VEJA ALGUNS VÍDEOS

Especial Dada Yute in Jamaica MTV no programa Acesso MTV.Dada cantou algumas de suas músicas + Entrevista pelos VJs + Imagens da Jamaica.






Dada Yute fala sobre as experiências com grandes nomes do reggae, sobre a vida Rastafari, dos pontos fracos e fortes do reggae nacional, sobre as duas vezes que foi para Jamaica, uma para tocar no grande Festival o Rebel Salute em 2006, e agora em 2009 quando foi na casa de um dos maiores guitarristas de Reggae do mundo, China Smith que já tocou com nada mais, nada menos que com Bob Marley, e por lá formou reais links com grandes nomes da cena. Fala também sobre seus novos projetos que vem quebrando preconceitos e atingindo a grande mídia


Videoclipe da música: Esperaremos em Jah


Dada Yute com DigitalDubs & MANIK B em rádio no México PURA VIBRA!


Dada Yute por Dada Yute

Eu e Eu mensageiro de luz direto da criação, venho para todos em toda parte no tempo que se chama por hoje,defensor da Paz, soldado do guideon em carater Real conduzindo corações e mentes para o reino celestial de Meu Pai aquele que Vive e Reina para sempre no coração de toda carne, Sagrado Emmanuel / Selassie / Jah Rastafari

domingo, 5 de julho de 2009

CATARINA DEE JAH


VOCÊ CONHECE?

Mesmo sem nunca ter pensado em ser cantora Catarina sempre esteve atenta a tudo que acontecia no mundo da música. Se perdia nos sebos do Recife pesquisando sons e criando um acervo que lhe ajudaria na carreira de Deejay. Enquanto os discos rodavam nas pick ups e a festa ficava animada, Catarina disparava comentáriios sarcásticos e cantava ao microfone em cima das bases que disparava, para delírio dos presentes. Numa dessas noites, China, Chiquinho e Homero Basílio (Sungatrio) estavam presentes e perceberam que Catarina poderia sair detrás dos toca-discos e liderar uma banda. Porque não? Marcaram horário no estúdio e começaram a compor algumas canções. Para surpresa de todos, Catarina se mostrou completamente a vontade com o ambiente , e logo estava dando opiniões e apurando seu som com os rapazes. Os produtores do Coquetel Molotov souberam da novidade e resolveram convidar Catarina para tocar no festival, abrindo a noite que teria Malu Magalhães como atração principal. Esse era apenas o segundo Show que tinha feito em sua vida, mas Catarina tirou de letra sua pouca esperiência e fez uma apresentação fabulosa, que lhe deu o título de revelação do festival. No palco, Catarina Dee Jah é uma espécie de Joelma Punk.Ela dança, debocha , solta frases de efeito e tem uma sinceridade que chega a machucar os desavisados. Mas também sabe emocionar os corações e olhos atentos com suas canções e expressões. Depois dessa apresentação os convites para show foram aparecendo, e neste curto período foi convocada para se apresentar na edição do RecBeat no carnaval 2009 , em Recife e São Paulo, junto com a banda Colômbiana Bomba Estéreo. Nesse meio tempo, ela lançou um EP, produzido pelo Sugatrio, seloJoinha records, e tratou de distribuir nos shows da primeira turnê em São Paulo. Os shows foram impecáveis e geraram convites de uma nova tour por vários estados e gravação depromos pela MTV e uma participação no Sessions MTV e outros programas. Gravou uma música inédita com a sua banda no excelente estúdio da Trama. Também fez apresentações na festa Criolina e no projeto "Cedo e em Pé" no Stúdio SP, levando um ótimo público em plena terça-feira chuvosa. Para uma Deejay que nunca pensou em ser cantora, Catarina já rodou mais do que os seus discos, e agora caminha para um mundo além dos sulcos dos seus vinis.

http://www.myspace.com/catarinadeejah

Acompanhe Catarina Dee Jah no estúdio da Trama gravando para o quadro 10 Horas no Estúdio do programa Radiola na TV Cultura

Documentário dos Mamonas Assassinas vai dar origem a um filme de ficção

‘Mamonas, o doc’ tem pré-estreia neste sábado (4) em Guarulhos.
Longa dirigido por Cláudio Kahns reúne imagens inéditas e depoimentos.

Treze anos depois do trágico acidente de avião que deu fim à curta carreira dos Mamonas Assassinas, a história de uma das bandas mais populares do Brasil deve levar muitos fãs aos cinemas. Pela menos essa é a aposta do diretor Cláudio Kahns - de “Feliz ano velho” (1987) e “A marvada carne” (1985) – que, diante do vasto material pesquisado sobre o quinteto de Guarulhos, decidiu recontar a trajetória do grupo no documentário “Mamonas, o doc”.

O longa, cuja pré-estreia será neste sábado (4) na cidade natal dos músicos para um público estimado em oito mil pessoas (no dia 11 de julho, o documentário será exibido no festival de Paulínia; ainda não há previsão de estreia no circuito), deve dar origem ainda a um filme de ficção, com lançamento previsto para 2010.

“Os Mamonas Assassinas não eram uma banda artificial, fabricada. Quando percebi que a molecagem e a irreverência dos meninos eram verdadeiras, fiquei surpreso”, comenta o diretor, que passou três anos reunindo depoimentos de amigos e familiares dos músicos, além de imagens de arquivo, a pedido de uma cineasta. “Na hora de organizar o que tínhamos em mãos para começar a escrever o roteiro da ficção, decidimos aproveitar para montar um documentário.”

Segundo Kahns, o costume dos integrantes de registrar uns aos outros em vídeo em diversas situações ajudou na composição do filme, e isso de fato acaba funcionando como um diferencial. Seja tentando fazer um videoclipe na época em que ainda eram chamados de Utopia e vendiam apenas 100 cópias de LPs para os amigos, ou indo para Los Angeles finalizar o álbum de estreia dos Mamonas em 1995, eles conseguiam comprovar que eram mesmo bons de piada.

Em ordem cronológica, o filme mostra como o vocalista Dinho, acompanhado de Bento (guitarra), Julio Rasec (teclados) e os irmãos Samuel (baixo) e Sérgio Reoli (bateria) deixaram para trás a melancolia dos anos 80 de sua antiga e totalmente desconhecida banda para se tornar um fenômeno pop responsável por vender cerca de dois milhões de discos graças a sucessos como “Pelados em Santos”, “Vira-vira” e “Robocop gay”.

Se o material inédito deve satisfazer a curiosidade dos fãs, este é ao mesmo tempo um dos pecados do filme. Em alguns momentos, a baixa qualidade das imagens compromete o resultado. O mesmo acontece com alguns entrevistados, como o produtor Rick Bonadio. Não há dúvida quanto a importância dele para o “estouro” dos Mamonas Assassinas – já que foi um dos responsáveis por ajudar a lapidar a sonoridade "roqueira brega" e a performance escrachada do grupo – mas seus depoimentos podem se tornar cansativos. Os deslizes, porém, não tiram a graça dessa história - que mais se parece com uma revista em quadrinhos do que com a vida real.

FONTE: HTTP://G1.GLOBO.COM

FINALMENTE ALGUEM TOMOU ATITUDE E INICIOU ESSA HOMENAGEM

VIVA! PARA SEMPRE!

MAMONAS!!!

LOGO POSTAREMOS INFORMAÇÕES SOBRE O FILME DE FICÇÃO, E ASSIM QUE POSSÍVEL DIVULGAREMOS ALGUMA IMAGEM DO DOCUMENTÁRIO OU LINK, ETC...

A IDÉIA É QUENTE E O BAGULHO NÃO PARA!!!

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Você usaria?





Está é uma foto de um banheiro público que essa senhora está entrando

Agora que você viu do lado de fora, veja do lado de dentro...

As paredes são feitas de vidro transparente

Ninguém lá fora pode ver você lá dentro, mas quando você está dentro dele, é como se estivesse dentro de uma caixa de vidro transparente.

Você usaria esse banheiro?

Banheiro com o chão pintado

Imagine que você está numa festa no décimo andar de um prédio.

Daí, você precisa ir ao banheiro.

Você abre a porta .....Não esqueça que o chão é pintado ...

Veja abaixo.

Incrível, não é mesmo?

Isso não te deixaria confuso?

Você seria capaz de usar esse banheiro?

Veja abaixo uma pintura no teto de uma área designada aos fumantes...

Nem precisa comentar né?

CONTEÚDO RECEBIDO VIA E-MAIL

domingo, 28 de junho de 2009

Manifesto contra a outorga de concessões de rádio e TV a deputados e senadores



No início do mês de abril, recomendação aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal recolocou em pauta a questão sobre se deputados e senadores podem ou não ser proprietários de emissoras concessionárias de rádio e TV. A recomendação diz expressamente que não é lícito a esses parlamentares figurarem como diretores, proprietários ou controladores de empresas que explorem serviços de radiodifusão; e acrescenta que, caso verificada essa condição, o respectivo ato de outorga ou renovação deverá ser rejeitado.
Ainda que dependa de aprovação no plenário daquela casa, a recomendação reforça a compreensão de que o artigo 54 da Constituição Federal proíbe os parlamentares de serem donos de empresas concessionárias. De fato, o texto constitucional diz que deputados e senadores não poderão, desde a expedição do diploma, “firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes” e, desde a posse, “ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoas jurídicas de direito público, ou nela exercer função remunerada”. Ora, é difícil interpretar que esses termos não proíbam a propriedade de concessionárias de rádio e TV por parlamentares.
Contudo, essa norma tem sido continuamente desrespeitada, e hoje cerca de 25% dos senadores e 10% dos deputados federais são concessionários de rádio e TV – sem contar aqueles que têm empresas em nome de familiares ou laranjas. Essa realidade fere dois princípios democráticos: o primeiro, da separação entre os poderes. Claramente, a posse de meios de comunicação por parlamentares significa um acúmulo de poder inaceitável em uma democracia, que acaba funcionando como um círculo vicioso reforçador de poder. Essa separação existe entre os três poderes tradicionais, e não deve ser diferente em relação ao “quarto poder”.
O segundo é o fato de, neste caso, os concessionários serem também concedentes (o artigo 223 estabelece que a concessão ou permissão só tem validade depois de aprovada pelo Congresso Nacional), o que gera um inevitável conflito de interesses. De fato, estudo recente do Laboratório de Políticas de Comunicação da Universidade de Brasília revelou que 37,5% dos membros titulares da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara e 47% dos titulares da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado, responsáveis pela análise dos processos de outorgas, são proprietários de emissoras de rádio e TV ou têm familiares controladores destes tipos de veículos de comunicação.
Se não bastassem esses dois motivos, a história ainda mostra que, em diversos momentos, concessões dadas pelo Ministério das Comunicações a parlamentares foram usadas como moeda de troca política. A votação dos 5 anos para Sarney e a aprovação da emenda da reeleição durante o governo Fernando Henrique Cardoso são exemplos clássicos de episódios em que se comprovou essa relação. No início deste ano de 2009, outro episódio envolvendo o ex-presidente Sarney comprovou o uso político das concessões de rádio e TV, acrescentando outro problema aos já listados. Computados todos os prejuízos, não há por que a democracia brasileira continuar convivendo com essa aberração.
Parte dos parlamentares, percebendo os danos causado à democracia, tem tomado iniciativas importantes para combater essa realidade. Além da recomendação aprovada na CCJ do Senado, em dezembro de 2008 foi aprovado relatório da subcomissão que discutia a questão das concessões de rádio e TV na Câmara dos Deputados. O relatório constatou a má aplicação do artigo 54 e, a fim de evitar questões de interpretação, lançou, entre outras medidas, uma Proposta de Emenda à Constituição que acrescenta ao artigo 222 o seguinte parágrafo: “Não poderá ser proprietário, controlador, gerente ou diretor de empresa de radiodifusão sonora e de sons e imagens quem esteja investido em cargo público ou no gozo de imunidade parlamentar ou de foro especial”. Sua aprovação ajudaria a dirimir os efeitos negativos da possibilidade de má interpretação do artigo 54. Igualmente importante seria coibir a propriedade também por parentes em 1° e 2° graus dos políticos, já que neste caso configura-se a posse por um mesmo grupo familiar.
Independentemente da forma de coibir esse abuso, o Brasil não pode mais dar suporte a uma prática que reforça a concentração de poder e estabelece distorções no Parlamento. Na busca do aperfeiçoamento das instituições e do consequente aprimoramento da democracia, defendemos o fim do 'coronelismo eletrônico' e queremos:

aprovação em plenário da recomendação da CCJ do Senado que aponta a ilicitude da propriedade de emissoras concessionárias por parlamentares;
aprovação da PEC proposta pela subcomissão de outorgas da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, que estabelece textualmente a proibição de que parlamentares ou ocupantes de cargos públicos sejam proprietários de empresas de rádio e TV;
proibição explícita do uso de concessões de rádio e TV para fins políticos e punição rigorosa nos casos em que se identificar essa prática, com perda do mandato de parlamentares envolvidos.

FONTE: http://www.radialistasp.org.br/

sábado, 27 de junho de 2009

A herança de Michael Jackson é a música pop de hoje

Marcelo Negromonte, editor de Entretenimento do UOL, comenta a importância de Michael Jackson para a música e para a cultura pop. O cantor morreu em 25 de junho de 2009, aos 50 anos de idade.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

RÁDIO ZERO TREZE

CERTO TEMPO SEM POSTAR POR AQUI, MAS QUEM É VIVO SEMPRE LUTA

DE VOLTA!

E ESPERO QUE AGORA COM FORÇA TOTAL

AGORA O BLOG IDÉIA QUENTE CONTA COM UM PROGRAMA DIÁRIO EM UMA WEB RÁDIO

RÁDIO ZERO TREZE - A ORIGINAL DA BAIXADA

WEB RÁDIO QUE VEIO REVOLUCIONAR O MEIO

LIVRE, DEMOCRATICA E ORIGINAL

COM PROGRAMAÇÃO VARIADA: RAP, REGGAE, ROCK, FUNK, BLACK MUSIC, SAMBA, PAGODE, MPB, ELETRONICO, REGGAETON, RAGGA MUFFIN, DANCEHALL, POPROCK, MUSICA LATINA, POP E MUITO MAIS

A PROGRAMAÇÃO AINDA NAO ESTÁ FECHADA E PODERÁ SOFRER ALTERAÇÕES, MAS A RÁDIO JA SEGUE COM PROGRAMAÇÃO INTENSA

DE SEG A SEX

NA PARTE DA MANHÃ TOCAM MÚSICAS DIVERSAS


A PARTIR DAS 15H ENTRA NA REDE O PROGRAMA TOP MIX(BLACK MUSIC, FUNK, POPROCK, ETC), COMANDADO PELA LETICIA CRIS

AS 18H PROGRAMA VIDA SIMPLES(RAP NACIONAL E RAP LATINO), COMANDADO PELO MANO JOTAERRE

E (MAIS OU MENOS) A PARTIR DAS 22H, 22H30M, 23H, ETC... PROGRAMA IDÉIA QUENTE(RAP, REGGAE, MPB, REGGAETON, MUSICA LATINA, ETC) COMANDADO POR DMS

DA 00H ADIANTE SEGUEM MÚSICAS DIVERSAS

E A RÁDIO TAMBÉM ROLA AOS FINAIS DE SEMANA

SABADO

15H PROGRAMA SOUL REBEL. O MELHOR DO REGGAE COMANDADO POR DMS

18H PROGRAMA FUNK YOU!!! COM O MELHOR DO FUNK, COMANDADO POR JOTAERRE E LETICIA CRIS

OUTROS PROGRAMAS SURGIRÃO CONFORME O DESENVOLVIMENTO DA RÁDIO, PODEM AGUARDAR!!!

ACESSE A RÁDIO NESTE ENDEREÇO: http://zerotreze.listen2myradio.com



O que é Web rádio?

Uma rádio-web não é radiodifusão e tampouco tem a recepção aberta e diversificada quanto à do rádio tradicional. Ela utiliza-se de características do rádio convencional e da internet, mas é um novo meio de comunicação, com suas peculiaridades, características, recursos tecnológicos e aplicações.

Tecnicamente, uma web rádio é um sistema de transmissão de arquivos em tempo real, usando uma rede (no caso a internet) através de pacotes de informações (streaming). Ou seja, o arquivo é codificado, dividido em pacotes, transmitido para a rede, e o usuário que se conectar recebe esses pacotes de arquivo na medida em que é enviado para a rede.

Um computador enviando dados (áudio, vídeo, não importa o conteúdo, tudo na internet é transformado em dados) pode ser acessado por usuários em qualquer ponto do planeta.

Todos os meios de comunicação causaram avanços tecnológicos e modificaram substancialmente a sociedade. Mas o impacto social causado pela internet é incomparável.

O rádio via internet impõe transformações qualitativas. A origem dessa mudança está na sua própria criação, quando os militares criaram uma rede de comunicação sem um núcleo central. Daí nasce uma rede de comunicação totalmente fora de controle de quem quer que seja. E o rádio via internet vai surgir baseada nessa transformação. O internauta irá à busca do diferencial, e daí decorre uma grande segmentação de assuntos e identificação com os que falam na rede. Outra grande mudança qualitativa do radio pela internet é a interatividade. O rádio já é interativo por natureza, mas na internet essa interatividade é total. O ouvinte internauta não quer apenas ouvir o programa, ele quer falar, participar, ler mais informações sobre o assunto. Eles querem consultar arquivos, obter dados, ouvir programas já apresentados, comunicar-se com a rádio. As emissoras terão que pensar num público alvo cada vez mais específico, pois como é relativamente barato montar e administrar uma web rádio, a programação vai ser cada vez mais direcionada, e a cumplicidade e a busca do interesse comum são essenciais.

A programação da web radio deve ser pensada especialmente para o meio em que é difundida. O que acontece hoje em dia é a retransmissão das FMs locais pela web, para serem ouvidas de qualquer lugar do mundo. Isso não pode ser considerada web radio. Uma web radio de verdade pensa, cria e monta uma programação específica para a internet, considerando todas as características da rede.

FONTE: http://radioativo4.zip.net/

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Aliviando a consciência pesada


EM VEZ DE PASSAR A VIDA SE CHICOTEANDO, QUE TAL SUBSTITUIR A CULPA, ESSE SENTIMENTO TÃO DOLOROSO E DESTRUTIVO, POR UMA PALAVRINHA: COMPREENSÃO?
texto Mariana Sgarioni

Até que se prove o contrário, ainda não inventaram uma maquininha que nos faça voltar no tempo e agir de maneira diferente para remediar determinada situação. Somente no cinema isso é possível. Deve ser por isto o tamanho sucesso (já há duas décadas) do filme De Volta para o Futuro: a vontade que muitas vezes sentimos de regressar e fazer tudo de outro jeito. Para aliviar a culpa que nos atormenta. E se naquele dia eu tivesse agido diferente? E se tivesse ido por outro caminho, se dissesse aquela palavra que tanto queria dizer, ou se não tivesse sido teimoso? Ninguém tem bola de cristal para saber o que aconteceria, e o que está feito, está feito. Mas quando essa série de perguntas aparece, a impressão que dá é que a culpa é a mãe das frases no condicional que nos causam mais angústia. Repare. Sem culpa, este tempo verbal não teria a menor graça.

A verdade é que revolver o passado é uma de nossas (vãs) artimanhas para tentarmos nos livrar deste fardo que carregamos nas costas: a culpa. Ela nos faz perder o sono, traz dor no peito, nó na garganta. Martela dia e noite em nossa cabeça. Graças a seu poder devastador, costuma ser utilizada freqüentemente e com sucesso como o principal instrumento de quem gosta de fazer chantagem emocional. É amiga e vizinha de outra tinhosa, a vergonha. A culpa se senta como um urubu nos ombros de todos nós, diz o psicólogo James Hollis, diretor do Centro de Estudos Jung de Houston, nos Estados Unidos. Todos nós? Sim, todos. Ninguém está livre de sentir culpa ela é inerente a nossa vida.

É lógico que há quem se sinta mais ou menos culpado. E também há jeitos e jeitos de lidar com esse sentimento. Se não podemos viver sem culpa, também não precisamos fazer com que ela seja corrosiva muito menos que sirva de álibi para remexermos aquilo que já foi feito. O pulo do gato é que a culpa pode, sim, ser um poderoso instrumento de transformação e conhecimento, e até mesmo se converter em um substantivo bastante construtivo: a responsabilidade, por exemplo.

A culpa é de quem?

Antes de insultar a culpa, seria melhor apresentá-la a você. Quem seria o culpado por ela, afinal? De onde vem essa sensação que tanto nos apoquenta?

A culpa é um sentimento que parte de alguém que transgrediu (ou acha que transgrediu) alguma norma, seja ela social, seja legal, moral, ética ou religiosa. É a violação de alguma regra que pode ou não ter causado dano a alguém. Mas por que diabos todo mundo tem essa sensação?

Segundo Sigmund Freud, a culpa aparece logo nos primeiros anos de vida, quando a criança começa a perceber que a mãe não é inteira de sua propriedade. A criança vai sentindo, aos poucos, a perda das atenções da mãe, sua principal fonte de afeto, com a entrada de um terceiro elemento na história: o pai. Essa perda vem carregada de um sentimento de raiva pelo próprio pai. E raiva traz culpa. Em linhas gerais, esse é um breve resumo do famoso complexo de Édipo, que é a base da formação da personalidade de todos nós. Ao sentirmos culpa, freamos instintos que podem ser agressivos. Por isso, para a psicanálise, a culpa é o resultado do advento da própria civilização, que procurava limitar seus impulsos. Nascemos com um programa inviável, que é atender aos nossos instintos, mas o mundo não permite, dizia Freud.

Somente por sentirmos culpa é que aceitamos as regras impostas pela cultura. A culpa acaba estabelecendo limites e possibilita o convívio. E regras existem em todas as sociedades, desde que o mundo é mundo concordemos ou não com elas. Na Idade do Gelo, por exemplo, no início do processo de humanização, nossos antepassados já criavam regras de convivência, como a proibição do incesto, por exemplo. Essa condenação só seguiu adiante e se tornou a principal característica da nossa formação cultural por haver o sentimento de culpa presente. Nós introjetamos valores da cultura em que estamos inseridos. Cada vez que saímos desses registros, aparece a culpa, afirma a psicóloga Mirian Chnaiderman. Então parece que a culpa nem é tão vilã assim como se imagina. Em princípio, não mesmo. O problema é quando ela se desenrola.

Isso porque o sentimento de culpa vai além da transgressão. Ele é também, no fundo, um desejo de perfeição. Cada dia mais, precisamos fazer escolhas e admitir que podemos ter errado em uma dessas escolhas pode ser muito doloroso. Optar entre ir por este ou aquele caminho realmente angustia. Contudo, pode ser uma excelente oportunidade para o exercício do autoperdão, aquele que nos força a um entendimento, à compreensão de nós mesmos. Se tomamos uma atitude, foi porque acreditamos que era o melhor a ser feito naquele momento. Agimos de acordo com os instrumentos que tínhamos para agir. A dificuldade se autoperdoar faz com que uma das culpas mais freqüentes seja o ressentimento por coisas que não foram realizadas na hora certa e no momento exato. A dor do filho que não demonstrou amor pelos pais antes de morrerem; a mãe que decidiu deixar de passar mais tempo com as crianças para aceitar um novo cargo no trabalho; o jovem que gastou toda sua mesada em jogos de videogame em vez de comprar livros. Essas são culpas modernas, culpas recorrentes nos dias de hoje.

O que leva a crer que, quanto mais complexa fica nossa sociedade, mais culpados nós ficamos. Até o século 19, por exemplo, a culpa estava ligada diretamente ao pecado e ao temor a Deus. Não que isso fosse fácil, mas era possível, ao menor sinal de falha, se confessar ao padre ou rezar. Com as revoluções de valores e de comportamento do século 20, a coisa mudou de figura. O homem contemporâneo se tornou e continua se tornando cada vez mais livre para fazer o que bem entende. Isso aumentou significativamente suas possibilidades de escolha e, claro, de culpa.

O sentimento de culpa pode ser, no fundo, um desejo (demasiado humano) de perfeição

O papel da religião

Já que falamos em temor a Deus, é bom lembrar que a culpa nossa de cada dia tem muito a ver com a educação que recebemos, com nossos valores morais e religiosos a respeito daquilo que é certo e daquilo que é errado. A tradição judaico-cristã contém uma parábola perfeita para a culpa. Adão e Eva comem o fruto proibido da Árvore do Conhecimento. Logo descobrem que estão nus e que são responsáveis por decisões que venham a tomar. Eles acabam expulsos do Paraíso e ainda deixam de herança o pecado original, um fardo que exige expiação perpétua da humanidade. Mas por que tinha que existir o fruto proibido? Bem, na sua onisciência, Deus com certeza sabia que ocorreria a transgressão. Outro caso subseqüente é a história de Caim e Abel. Depois de matar o irmão, Caim não apenas é declarado culpado. Ele é também marcado na face, o que o obriga a carregar até o fim da vida o sinal de sua infâmia. Mesmo após o primeiro crime e a expulsão do Paraíso, Deus continua dialogando com o ser humano o tempo inteiro no Antigo e no Novo Testamento. Oferece um poderoso apoio emocional de pai, de salvador, de protetor. Por outro lado, estabelece severos padrões morais a serem seguidos. Quando não são, vem a culpa. Pode parecer que se trata de um problema da civilização ocidental, mas a culpa se estende por qualquer religião, uma vez que está ligada ao ato de transgredir. Para o católico pode ser violar os Dez Mandamentos; para o judeu, comer carne de porco; para o hinduísta, comer quaquer tipo de carne. E por aí vai.

Ainda seguindo a trilha do contexto religioso, a educação que recebemos foi muito pautada em cima de conceitos hoje discutíveis o castigo, por exemplo. Na Bíblia, há um provérbio atribuído a Salomão que diz: Quem poupa a vara é porque odeia seu filho. Quem o ama, repreende-o com freqüência. Isso era comum em toda a Antiguidade. Os castigos aplicados em Esparta eram conhecidos por sua dureza. Mais tarde, na Idade Média, era comum a flagelação ser usada na educação. No Brasil, até pelo menos a metade do século 20, ainda era usada a palmatória nas escolas. A indução da culpa era um meio disciplinador. E não é raro, até mesmo nos dias de hoje, ouvir nas escolas frases como: Você deveria se envergonhar do que fez; Ainda bem que seu pai não está aqui para ver isso. É como se o erro fosse sempre uma porta para o castigo daí o medo de errar, e a culpa quando o erro é inevitável. A questão é: deixar de castigar não significa deixar de educar. Muito pelo contrário. Quando castigamos um filho porque ele fez algo que não achamos bom, ele pára o caminho dele naquele castigo. Mas quando falamos Isso você não pode fazer, encontre um outro jeito que seja mais aceito, que seja ético, estamos desenvolvendo um futuro cidadão, uma pessoa que não vai parar diante de pedras no caminho, que vai procurar uma maneira de superar obstáculos, afirma o psiquiatra Içami Tiba.

A religião pode ser historicamente uma fonte de culpa, sim, tendo reverberado na educação de todos nós. Por outro lado, esta mesma religião é também sua principal fonte de expiação. A prática religiosa, em que o fiel busca redenção em Deus, é uma das melhores formas de aliviar o remorso. Seja rezando, seja contando seus pecados ao padre no confessionário, seja ajoelhando-se em prostrações, ou até chicoteando as costas em praça pública como autopunição. Ao mesmo tempo que o sagrado julga e pune, ele nos redime e alivia.

Há pessoas que costumam se sentir culpadas o tempo todo, de forma neurótica

Doentes de culpa

A culpa não é, em si, necessariamente, uma doença, mas pode desencadear algumas enfermidades, sim. Há pessoas que tendem a se sentir culpadas o tempo todo. Alguém que experimenta culpa exacerbada pode fazer com que ela vire uma neurose. Normalmente, é o tipo que se sente inseguro, tem dificuldade de tomar iniciativas até por medo de errar. Nunca aceita elogios, não consegue ser homenageado, aquele que ninguém consegue encontrar um presente para dar no dia do aniversário. Não tira férias, trabalha demais, está sempre angustiado. Tem baixa auto-estima, nunca acredita em si mesmo. Como é de se esperar, a vida sexual de um culpado é obviamente difícil. Em casos extremos, um atormentado pela culpa isolase dos amigos e da família e, no limite, pode tentar até o suicídio.

Com tudo isso, não é de estranhar que possam aparecer somatizações. A depressão é a doença mais comum dos culpados crônicos. O remorso também pode, em alguns extremos, levar ao alcoolismo e ao consumo de drogas. E, para tratar tais sintomas, é preciso chegar à fonte do problema, ou seja, à culpa. A terapia deve ser profunda, chegar até onde mora o sentimento, uma vez que culpa não é uma emoção passageira. Qual a diferença entre uma coisa e outra? A emoção é algo mais primitivo, surge mais espontaneamente no ser humano. Mas costuma ser transitória, passa logo. Arroubos de paixão podem ser um bom exemplo de emoção. Sem contar que a emoção é uma sensação visível: alguém apaixonado fica ruborizado ao ver o objeto de sua paixão. Já o sentimento é outra história. Ele é pautado pela cultura, pelo modo de vida e pelo aprendizado social. Aprendemos a ter sentimentos no decorrer da vida com pais, professores, amigos, líderes espirituais. Assim, vamos aprendendo a sentir culpa, cada vez mais e mais. Por isso ela acaba se enraizando.

Muito bem: a culpa pode ser ve nenosa quando excessiva e causar até doenças. Mas também ela precisa existir, pelo menos um pouquinho.

Na dose certa, ela demarca os limites do que podemos ou não fazer, dos nossos valores, daquilo que consideramos ético e justo. Apenas pessoas com distúrbios de caráter são capazes de infringir regras sem sentir o mínimo arrependimento. Não há consenso entre os médicos sobre as razões dessa ausência de um sentimento tão essencial. Especula-se sobre falha genética, bioquímica e até sobre traumas sofridos na infância. Dados da Organização Mundial de Saúde mostram que 1% da população mundial é portadora do distúrbio. Ou seja, uma em cada 100 pessoas é capaz de causar o mal sem ter um pingo de remorso. No mundo de hoje, a culpa ganha contornos terríveis por um lado e invisíveis, por outro, diz Mirian Chnaiderman. Vivemos uma crise de valores, falta-nos uma mediação para lidar com isso. Essa mediação talvez seja um pouco de culpa. Mas, segundo Mirian, não deve ser no formato de culpa como conhecemos. A culpa deve ser transformada em percepção do outro, em formas de enxergar melhor o outro. Assim, ela vira um sentimento positivo, afirma.

Realmente, de nada adianta sentir culpa, ao infringir uma norma, e ficar com ela ali, guardada dentro do peito. Quando a culpa aparece, a primeira pergunta a se fazer é sobre a voluntariedade de seu ato. Será mesmo que você teve a intenção de criar um problema para o outro? Provavelmente não. Mas isso não o exime da responsabilidade sobre o que ocorreu. Mas repare que responsabilidade é bem diferente de culpa. A melhor maneira de você se aliviar da culpa é aceitar a crítica por suas ações, desculpar-se e reparar o dano causado, escreveu o psiquiatra americano David Viscot. Quem assume uma responsabilidade está tirando a culpa da sombra, está jogando esse sentimento para fora. É um primeiro passo para o entendimento do que aconteceu e por que aconteceu, para sua compreensão. Somos os únicos seres no universo e isso já foi provado cientificamente capazes de sentir culpa. Como anota o médico e escritor Moacyr Scliar no livro Enigmas da Culpa: Mas também somos os únicos seres capazes de iluminar nossa culpa. E culpa iluminada é culpa domada. Iluminado, o dedo acusador da culpa deixa de ser um algoz para ser simplesmente um dedo, parte do nosso corpo, parte da mão que nos fez humanos.

É sempre bom se perguntar sobre a real natureza de nossos atos no dia-a-dia

Sem culpa nenhuma

Algumas idéias para você pensar sempre que se sentir culpado Não negue a culpa. Admita que errou, jogue luz sobre o problema. Exercite o autoperdão. Antes de perdoar alguém, desculpe você mesmo. Não projete a culpa nos outros. Não deixe que ninguém (nem mesmo a família!) manipule sua culpa. Pergunte-se sobre sua intenção ao cometer o ato. Peça desculpas e procure reparar seu dano. Lembre-se de que responsabilidade é diferente da culpa. Assuma sua responsabilidade sem se culpar por isso. Aprenda com o que aconteceu. Identifi que o erro e procure evitá-lo numa próxima vez. Não fique remexendo o passado e querendo voltar àquilo que já foi feito.

LIVROS Enigmas da Culpa, Moacyr Scliar, Objetiva O Mal-Estar na Civilização, Sigmund Freud, Imago Totem e Tabu, Sigmund Freud, Imago
FONTE: http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/070/grandes_temas/conteudo_294267.shtml

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

FIM DE FÉRIAS

AGORA É PRA VALER!

BLOG LIVRE IDÉIA QUENTE RETORNA A SUAS ATIVIDADES SEMANAIS

LOGO DE CARA VÁRIOS POSTS

=> UM POUCO DE MUSICA COM VÍDEOS DE: PONTO DE EQUILIBRIO, CONRADO POUZA, THE FUGEES E DE LEVE

=> A SENSUALIDADE DE KELLY MEDINA ( MUSA DO SANTOS F.C. )

=> UM POUCO DE FUNK COM O DJ TIAGO KBÇÃO DE MG

=> E POR FIM, TRECHO DE SHOW E INFORMAÇÕES SOBRE O MÚSICO MANU CHAO


A IDÉIA É QUENTE E O BAGULHO NÃO PARA!

UM POUCO DE MÚSICA


PONTO DE EQUILIBRIO - SOUL REBEL ( AO VIVO NO COVERNATION)


CHORO DE OUTONO NA VOZ DE CONRADO POUZA


THE FUGEES - DOO WOP


DE LEVE - ROLE DE CAMELIM

LA BELLA ALVINEGRA



só para registrar esta beleza

SEMPRE SANTOS!

SAUDADE DAS MONTAGENS



Performance do DJ Tiago Kbção de MG

mixando varios pontos e acapelas na bateria eletronica

saudades desse funk bom!

MANU CHAO



Manu Chao (Paris, 26 de junho de 1961), cujo nome completo é Jose-Manuel Thomas Arthur Chao é um músico francês.

Algumas vezes usou o pseudônimo Oscar Tramor. Seu pai é um conhecido escritor galego, Ramón Chao. Manu cresceu bilíngue, influenciado pela crescente cena punk que se desenvolvia na França. Na adolescência, chegou a tocar em algumas formações, incluindo o grupo rockabilly Hot Pants, que foi bem recebido pela crítica, mas não teve muita repercussão.

Após desistir do Hot Pants, Manu montou o Mano Negra, uma banda eclética com influências de música francesa, espanhola, além da forte presença do punk via The Clash. O nome é uma homenagem a uma organização anarquista que operava na Espanha na época. O primeiro single do Mano Negra foi Mala Vida, e seu grande sucesso na França rendeu ao grupo um contrato com a gravadora Virgin.

Em 1992, o Mano Negra fez uma turnê pela América Latina. Mas não foi uma turnê comum: os integrantes da banda viajavam de barco, ao lado de atores e de um circo, tocando em cidades portuárias ao longo de toda a costa do continente. Um dos momentos mais marcantes aconteceu no Rio de Janeiro, durante a convenção mundial Eco 92: na Praça dos Arcos da Lapa, o Mano Negra fez um show que contou com a participação de Jello Biafra, da banda estadunidense Dead Kennedys.

Em 1995, o Mano Negra mudou-se para a Espanha, onde Manu montou um projeto paralelo, o Radio Bemba Sound System, junto com outros integrantes. Essa mistura causou atritos internos, o que levou ao fim do Mano Negra.

Sem banda, Manu voltou para a América do Sul e passou os anos que se seguiram viajando com seu violão e gravando apenas ocasionalmente, sem compromisso. O resultado musical de suas viagens, o disco Clandestino, foi lançado em 1998. A repercussão inicial foi tímida, mas Clandestino acabou sendo um grande sucesso na França e na América Latina (em especial no Brasil), apesar de suas letras serem uma mistura de inglês, francês, espanhol, galego e português. Músicas como Desaparecido e a faixa-título tocaram nas rádios brasileiras e tiveram ótima repercussão.

Em 2000, Manu Chao participou do Free Jazz Festival, fazendo shows bem-sucedidos e presenciados, no Rio de Janeiro, por Caetano Veloso e vários artistas brasileiros. Em junho de 2001, o cantor lançou seu segundo disco, Proxima Estacion: Esperanza, com mais influências de música caribenha. Em 2005, gravou a música Soledad Cidadão, numa participação especial para Os Paralamas do Sucesso. Para além disso, Chao gravou o tema Me Llaman Calle, tema esse que é a música principal do filme `Princesas´

Álbuns Solo
Clandestino (Virgin - 1998)
Próxima Estación: Esperanza (Virgin - 2001)
Radio Bemba Sound System (live album) (Virgin - 2002)
Banylonia en Guagua DVD (Virgin - 2002)
Sibérie m'était contée (Autoproducido - 2004)
La Radiolina (K Industria - 2007)
Estación Mexico (live album - 2008) >>NEW!

SITE OFICIAL: http://www.manuchao.net/